ELEIÇÕES 2026

Anotações de Flávio citam suposto pedido de R$ 15 milhões de Pollon e R$ 5 milhões de Gianni

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Anotações atribuídas ao senador Flávio Bolsonaro (PL) indicam que o deputado federal Marcos Pollon (PL) teria pedido R$ 15 milhões para não disputar o Governo de Mato Grosso do Sul nas eleições deste ano. No mesmo rascunho, consta que a vice-prefeita de Dourados, Gianni Nogueira (PL), teria exigido R$ 5 milhões para desistir de eventual candidatura ao Senado.

O conteúdo foi revelado pelo jornal Folha de S.Paulo, que afirmou ter tido acesso aos manuscritos do senador com apontamentos sobre articulações do PL nos estados.

Após a repercussão, Flávio confirmou ser o autor das anotações, mas negou que Pollon e Gianni tenham feito qualquer exigência financeira. Segundo ele, a escrita fazia referência a informações que estariam circulando nos bastidores e que seriam falsas.

“Já está sendo distorcido pela imprensa como se ele tivesse pedido alguma coisa para deixar de ser candidato. Aquilo nunca aconteceu”, declarou o senador, acrescentando que anotou o tema para alertar sobre rumores.

Reação de Pollon

Ao jornal paulista, Marcos Pollon negou ter condicionado desistência de candidatura ao pagamento de valores. “Não faz o menor sentido”, afirmou o parlamentar, que também é coordenador do Movimento Nacional Pro-Armas.

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Pollon tem sinalizado que pode deixar o PL caso o partido mantenha apoio à reeleição do governador Eduardo Riedel (PP). Ele não descarta disputar o governo ou o Senado e tem adotado discurso crítico a alianças locais.

Defesa de Gianni

No caso de Gianni Nogueira, a defesa foi feita pelo marido, o deputado federal Rodolfo Nogueira (PL), que negou de forma veemente qualquer pedido financeiro. Segundo ele, a vice-prefeita apenas avalia cenários para viabilizar candidatura ao Senado e pode mudar de partido, se necessário.

Nas anotações divulgadas, aparece a frase: “Mulher de Rodolfo pediu 5 mi”. Assim como no caso de Pollon, Flávio afirmou que a informação não corresponde à realidade.

Articulação no PL

Os manuscritos teriam sido feitos após reunião de Flávio com o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, e com o senador Rogério Marinho, para discutir estratégias eleitorais nos estados.

No cenário de Mato Grosso do Sul, as anotações também mencionam possíveis candidaturas ao Senado, como a do ex-governador Reinaldo Azambuja, recém-filiado ao PL, e do ex-deputado estadual Capitão Contar.

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A divulgação dos trechos gerou ruído interno no partido e ampliou as especulações sobre disputas e negociações nos bastidores da sigla no Estado. Apesar da polêmica, Flávio Bolsonaro reforçou que não houve pedido de dinheiro por parte dos citados e classificou a interpretação como equivocada.

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