"Poder"

Bastidores do poder: tensão entre Rodrigo Perez e Sérgio de Paula agita os corredores do Governo de MS

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Os bastidores do Governo de Mato Grosso do Sul estão fervendo com uma disputa silenciosa e cada vez menos discreta — entre dois nomes de peso na política estadual: Rodrigo Perez, atual secretário de Estado de Governo e Gestão Estratégica (SEGOV) e homem de confiança do governador Eduardo Riedel, e Sérgio de Paula, assessor da presidência da Sanesul e aliado histórico do ex-governador Reinaldo Azambuja.

Fontes próximas ao núcleo político do governo relatam que a relação entre os dois azedou de vez. A razão seria uma queda de braço por influência e espaço político dentro da administração estadual.

Perez, que hoje comanda uma das pastas mais estratégicas do governo, é responsável por gerenciar uma verba milionária destinada à publicidade institucional — o que lhe confere poder e prestígio junto às agências e à classe política. Já De Paula, conhecido por seu faro político e forte presença nos bastidores, tenta manter viva sua influência sobre indicações e alianças que marcaram o grupo de Azambuja.

De acordo com interlocutores ouvidos pela reportagem, Perez estaria articulando discretamente para construir seu próprio caminho político, com apoio de aliados na comunicação e de figuras das agências de publicidade, visando um possível projeto eleitoral nas próximas eleições municipais.

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Essa movimentação não tem passado despercebida pelos aliados de Sérgio de Paula, que veem nas ações do secretário um desvio de foco do trabalho técnico da SEGOV e um uso político da estrutura de governo. “A SEGOV virou uma central de marketing pessoal”, comentou, sob reserva, uma fonte próxima ao grupo de De Paula.

A tensão já chegou aos ouvidos do alto escalão, e interlocutores tentam conter os ânimos. Mas, como dizem nos corredores, “os dois não podem sentar à mesma mesa”. A disputa, que começou em silêncio, promete se tornar mais visível à medida que o calendário eleitoral se aproxima — e pode expor uma fissura importante dentro do grupo que comanda o Estado desde 2015.

Enquanto isso, o clima de desconfiança cresce, e a pergunta que circula é: até onde Rodrigo Perez pretende ir em sua escalada de poder  e quem ficará pelo caminho?

 

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