Pollon (PL-MS)

Pollon classifica ‘Momento histórico’ a aprovação da urgência para Anistia ante Brasil ter 61% contra meta Bolsonarista

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O Pauta Diária noticiou na terça-feira (16), que a “Maioria dos brasileiros rejeita anistia e apoia prisão de Bolsonaro, mas outra parte ainda é preocupante”, chegando a cerca de 61%, entre 54% totalmente contrários e 7% parcialmente. Mas, parte da Câmara dos Deputados, aprovou na noite desta quarta-feira (17), a pauta do Projeto de Anistia a todos, os 450 já condenados e outros ainda réus, após pressão de parlamentares ligados a extrema direita e golpista acusados e condenados, como foram os considerados lideres, ex-presidente Jair Bolsonoaro e mais sete, na última quinta-feira (11).

A pressão popular e desaprovação da Anistia, mais uma vez, foi relegada, sendo ao contrário, exaltada como faz o deputado federal Marcos Pollon (PL-MS). “Momento histórico”, diz sobre aprovação da urgência ao Projeto Anistia, dos considerados por ele, presos políticos do 8 de janeiro de 2023. Naquela data ou já antes, houve uma tentativa de golpe, culminada com destruição quase total das sedes dos três Poderes: Executivo (Palácio do Planalto), Legislativo (Câmara e Senado) e Judiciário (STF).

“O dia mais importante do meu mandato. Foi o maior desafio desses quase três anos de mandato. Votamos a urgência da anistia. Vencemos. Hoje é um momento histórico. É cada dia um passo. Vamos continuar a lutar para que pessoas inocentes, assim como o nosso presidente Jair Messias Bolsonaro estejam livres”, disse o deputado de MS, após aprovação do requerimento de urgência para o Projeto de Lei 2162/23, sobre anistia aos ‘presos políticos’.

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Assim, agora, os projetos com urgência podem ser votados diretamente no Plenário, sem passar antes pelas comissões da Câmara. Pollon aponta que o próximo passo é a escolha do relator para o projeto e a discussão do mérito. “Agora é apreciar o mérito da proposta. O Projeto apresentado é de ampla, geral e irrestrita, incluindo os direitos políticos de Jair Bolsonaro. Vamos buscar um bom relator que mantenha o texto do projeto”, disse.

Justificando o injustificável

Marcos Pollon reforça, como ele e colegas do Bolsonarismo, vem fazendo a mais de dois anos, que os processos contra os ‘manifestantes’ e não golpistas do 8 de janeiro, estão repletos de irregularidades e nulidades. Ele não considera, que haja uma ação judicial verídica, mesmo diante a evidencias de provas gravadas e réus confessos, ampla defesa e todo processo legal.

“Não existe processo e sim um emaranhado de crimes de uma trama golpista que visa tirar a direita das eleições. E o pior, utilizando pessoas inocentes para poder executar esse plano absurdo”, comentou Polon ante toda depredação em Brasília em 2023 e até plano para matar o presidente Liula, o vice Geraldo Alckimin e o ministro do STF, Alexandre de Moraes .

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Pollon, que é extremista de direita, representante in chefe das armas e armamentos livre no Brasil, é um dos principais defensores da anistia aos presos políticos do 8 de janeiro dentro da Câmara dos Deputados.

Ele também, apesar de nenhuma evidencia, denunciou abusos dos Direitos Humanos contra os manifestantes, incluindo casos de tortura, violência, humilhação e negligência.

O deputado diz que foi um dos únicos, ante muitos parlamentares da extrema-direita e bolsonarista, a visitar os manifestantes presos nas penitenciárias da Papuda e da Colmeia. Pollon só conseguiu acesso aos presos ao usar a prerrogativa como advogado.

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