moção de apoio

Câmara rejeita moção de apoio para Eduardo Bolsonaro apesar de ainda agregar muitos vereadores que não cumprem sua função na Capital

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Lucides e ponderação fez rejeição prevalecer para Câmara de Vereadores de Campo Grande, negar moção de apoio para Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e a mostrar qual função tem um vereador, que é eleito em âmbito municipal, para uma cidade. A função é de trabalhar, ajudar e conquistar benesses ao município-cidade. O político local, não é impedido tratar de assunto em nível Estadual ou Nacional, mas primeiro deve se dedicar a sua função de vereança.

A função em Campo Grande, não tem sido praticada, por uma boa parte dos eleitos, que não fazem nada e mesmo não lutam para ajudar resolver ou melhorar tanto problema que a Capital vem enfrentando, até por falta de gestão da atual administração Adriane Lopes (PP).

A falta da função, tem feito vereadores, como Rafael Tavares (PL), e outros, a exemplo desta terça-feira (12), em falar, brigar por assunto que ainda dá prejuízo ao Brasil. Mas, eles aplaudem, concordam com ações, do ex-presidente Jair Bolsonaro e filhos, que tem realizado contra a Nação. O País tem sido vítima de trama golpistas já algum tempo, e recentemente por conluio com nação estrangeira, os EUA (Estados Unidos da América), realizado pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro.

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Tavares, propôs no Legislativo Municipal, uma moção de congratulação a Eduardo Bolsonaro. A ação quase ainda passou, sendo também apoiada por outros nove vereadores, que concordaram com Tavares, a parabenizar o deputado por suas atuais atuações, como em defesa da anistia aos presos pela invasão aos Poderes no dia 8 de janeiro de 2023.

Lucides e ponderação fez rejeição prevalecer

Contudo, outros mais lúcidos e ponderados vereadores da Câmara de Campo Grande rejeitaram, por 11 votos a 10, a moção municipal de congratulação ao deputado federal, que basicamente se tornou ‘cidadão americano’, ao sair do Brasil e se alojar nos EUA, para conspirar contra seu Pais Natal.

A votação até que dividiu a Câmara e provocou críticas de vereadores que não são da esquerda, mas que geralmente combatem a direita e, especialmente, bolsonaristas.

O vereador Carlão (PSB) disse que votaria contra porque Eduardo é um cara que está atrapalhando o Brasil. Já o vereador Professor Juari disse que tem vergonha de ter um deputado ganhando para prejudicar o País.

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O vereador Dr. Livio (União) foi o mais crítico e chegou a chamar Eduardo de criminoso e vagabundo. “Não dá para concordar com uma moção de congratulação para um covarde, criminoso pseudopatriota que não tem vergonha na cara e está recebendo dinheiro público, do Congresso Nacional, que hoje está se omitindo por não cassar o mandato deste vagabundo, Entre aspas, traidor da Pátria”.

A votação

Votaram contra a moção os vereadores Beto Avelar (PP), Carlão (PSB), Dr. Jamal (MDB), Dr. Lívio (União), Dr. Victor Rocha (PSDB), Jean Ferreira (PT), Landmark (PT), Luiza Ribeiro (PT), Marquinhos Trad (PDT), Prof. Juari (PSDB) e Ronilço Guerreiro (Podemos).

Votaram a favor os vereadores André Salineiro (PL), Ana Portela (PL), Clodoilson Pires (Podemos), Herculano Borges (Republicanos), Leinha (Avante), Maicon Nogueira (PP), Prof. Riverton (PP), Rafael Tavares (PL), Vet. Francisco (União) e Wilson Lands (Avante).

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