A Justiça de Mato Grosso do Sul revogou a prisão preventiva do despachante David Cloky Hoffaman Chita, apontado como operador de esquemas de corrupção no Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MS). Ele é réu em diferentes ações que apuram fraudes dentro do órgão.
A decisão foi assinada pela juíza Eucelia Moreira Cassal, da 3ª Vara Criminal de Competência Residual, e determina que o investigado cumpra medidas cautelares pelo período de seis meses, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica.
Além do monitoramento, o despachante está proibido de frequentar qualquer unidade do Detran-MS, bem como de manter contato com outros denunciados no processo ou com servidores do órgão.
De acordo com os autos, David era o único réu que permanecia preso nesta fase da investigação. A servidora comissionada da corregedoria do Detran-MS, Yasmin Osório Cabral, também chegou a ser detida, mas ficou presa por cerca de dois meses e responde ao processo em liberdade desde o ano passado.
O caso segue em andamento e está atualmente na fase de instrução, com a realização de audiências para oitiva de testemunhas. No último dia 14 de abril, foram ouvidas as testemunhas de defesa do despachante.
Além de David e Yasmin, também figuram como réus na ação os despachantes Hudson Romero e Edilson Cunha, suspeitos de participação nos supostos esquemas de fraude investigados no órgão estadual de trânsito.



















