O prefeito ‘louco’ de Mato Grosso do Sul, faz jus ao adjetivo popular, ou como quase todo político faz a ‘cena’ sobre futuro eleitoral. O gestor de Ivinhema, Juliano Ferro (PSDB), recém reeleito, já mudou de ideia e pode ser o segundo ‘municipal’ a deixar o mandato, na metade, para tentar cargo em Brasília, conforme revela nesta sexta-feira (19), o jornalista Wendel Reis, do Blog, Investiga MS.
Um detalhe é que a Prefeitura ficará com a vice, Professora Ângela, que ele teve desavença recentemente: “Atribuição do vice é ficar na dele e esperar uma ausência do prefeito numa morte ou afastamento”, dizia ele, que dará a ela a titularidade, pois além de se ‘afastar’, terá que renunciar ao mandato que ‘reassumiu’ em janeiro de 2025, seguindo quatro anos anteriores já no cargo.
Ferro, mudou de ideia e já se mostra nesta semana, que pode concorrer na eleição 2026, para deputado federal. No começo deste mês, o Blog indagou a ele, sobre a possibilidade de concorrer no próximo ano, mas ele negou, afirmando que só disputaria em 2030. Hoje, 15 dias depois, o ‘louco’, já mudou de ideia e levantou a possibilidade de abrir mão da metade do segundo mandato, até julho de 26, para concorrer à Câmara dos Deputado.
“Se Reinaldo (ex-governador Reinado Azambuja) precisar de mim para deputado federal, estou à disposição”, postou na rede social. Ele será um dos 18 prefeitos que trocarão o PSDB pelo PL, seguindo o ainda presidente regional do PSDB, que sai e entra neste domingo (21), no PL bolsonarista.
Segundou
Se confirmada a candidatura, Juliano Ferro será o segundo prefeito a deixar o cargo para concorrer no próximo ano. O prefeito de Rio Brilhante, Lucas Foroni (PP), também recém reeleito, já anunciou que renunciará no próximo ano para concorrer como deputado federal.
Desavença com vice
A prefeitura ficaria com a vice, Professora Ângela, com quem se desentendeu há pouco mais de dois meses. Na ocasião, usou a rede social para criticar a atitude dela que teria, sem autorização, se reunido com vereadores para falar sobre repasse para saúde.
Na ocasião, disse que não deu autonomia para vice falar pela prefeitura e pontuou que hoje os dois nem caminham juntos politicamente.
Juliano afirmou manter uma relação respeitosa com a vice, mas deixou claro que ela não teria participação ‘direta’ na administração.
“Atribuição do vice é ficar na dele e esperar uma ausência do prefeito, numa morte ou num afastamento, que o prefeito precise afastar, e o próprio prefeito conduz o vice”, declarou, antecipando algo que pode acontecer no próximo ano.




















