O PSDB em Mato Grosso do Sul, apesar de indicativos de derrocada e quase extinção, dá sinais de resistência ao menos por mais um tempo, e que continua com comando natural existente. Assim, o atual vice-presidente, o deputado federal Geraldo Resende, assumirá o comando da sigla no MS.
A função titular vem com a já anunciada, mas saída oficial, do atual presidente, o ex-governador Reinaldo Azambuja, que se filiará ao PL (Partido Liberal), dia 12 de setembro. Geraldo deve ficar no comando pelo menos até o próximo mês, quando o PSDB escolherá a diretoria para comandar o partido para as próximas eleições.
“Na ausência do presidente, quem assume é o vice-presidente. É o que está no estatuto. Em outubro ou novembro tem a escolha da nova diretoria”, justificou Geraldo Resende.
Embora acredite que assuma o partido, o deputado e os demais filiados ainda não foram informados oficialmente sobre o comando da sigla.
Continuam no ninho tucano
Geraldo e os deputados federais Beto Pereira e Dagoberto Nogueira fizeram o compromisso de darem preferência ao PSDB para uma possível reeleição.
O presidente nacional do PSDB, Marconi Perillo, veio ao Estado um dia antes da saída de Eduardo Riedel (ex-PSDB, hoje PL) para pedir que o partido continue sendo administrado pelo grupo político
Após a reunião, com participação ainda de Riedel, Reinaldo Azambuja e dos três deputados, Perillo disse que os deputados federais continuariam e disputarão a reeleição no partido.
Todavia, a reportagem apurou que os deputados darão preferência, mas não bateram martelo sobre permanência.
Os deputados federais e estaduais são obrigados a continuarem no partido até a janela de abril do próximo ano. Vereadores só poderão sair na janela de 2028.
Prefeitos de saída
Os prefeitos vivem situação diferente, porque os mandatos da majoritária são considerados individuais e eles podem sair quando quiserem.
Assim, como noticiamos mais cedo, “Azambuja chega a 40% de mudanças não levando muitos prefeitos do PSDB para o PL”.




















