Shopping China

Há 93 anos, um notável patrimônio de brasileiros e paraguaios

publicidade

A Loja é um marco internacional de excelência no comércio e nas relações de amizade entre dois povos fronteiriços

As relações afetivas e comerciais entre o Brasil e o Paraguai estão representadas por identificações e laços construídos acima dos recortes diplomáticos – vão além do protocolo e aprimoram o trato da educação e da gentileza, graças a demonstrações pontuais que adornam os conceitos da convivência humana. Uma destas demonstrações vivas e ativas está no contexto do protagonismo socioeconômico de uma iniciativa comercial plantada na cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero, divisa com Ponta Porã, em 1933: a Casa China.

O empreendedor ítalo-paraguaio Felipe Cogorno Álvarez plantou a semente, uma pequena loja para a venda de produtos importados. Como se fosse uma árvore, a loja cresceu e agigantou-se, gerando em 93 anos de vida muitos frutos, sombra e oxigênio para a vida e o bem-estar dos habitantes da região. A loja foi rebatizada pelo Grupo Cogorno, tornou-se o Shopping China e aprimora continuamente os conceitos de relações humanas no ambiente de negócios. É, sem dúvidas, um patrimônio de brasileiros e paraguaios.

O Shopping China cresceu, abriu filiais e perfila nas posições de liderança entre as maiores e melhores redes de importados da América Latina, com sedes que chegam a ter mais de 30.000 m² de área de vendas e um catálogo com mais de 200 mil produtos. São cinco lojas distribuídas no Paraguai (Pedro Juan Caballero, Salto del Guairá e Ciudad Del Este), no Uruguai (Chuy) e na Bolívia (Puerto Aguirre), todas estrategicamente na fronteira com o Brasil.

Leia Também:  Abatimentos bilionários à Energisa entram no centro de polêmica no estado de Rondônia

A venda de produtos importados com famosas marcas mundiais e fabricações próprias do Paraguai, China e África do Sul mobiliza um numeroso exército de trabalhadores, que só em território paraguaio beneficia diretamente mais de 10 mil homens e mulheres. Neste cenário, o Shopping China, em Pedro Juan Caballero, principal polo de compras da fronteira, recebe um fluxo anual superior a 3 milhões de visitantes.

O empreendedorismo de Cogorno e seu olhar visionário não se limitam ao simples direito de aproveitar os espaços da economia local, porque são movidos pela busca incansável da excelência nos serviços. E é este o impulso para os investimentos em modernidade tecnológica, a praticidade operacional, o planejamento e a execução dos sistemas de atendimento e precificação, a capacitação e a valorização dos recursos humanos.

RECONHECIMENTO – A soma destes cuidados vem rendendo ao Grupo Cogorno os mais diversos reconhecimentos, com premiações nacionais e internacionais, entre os quais o da França, onde foi eleito o melhor shopping de fronteira do mundo. Outro detalhe que faz a diferença é o olhar humanista. No ano de 2020, durante a pandemia de Covid-19, o governo paraguaio decretou o fechamento das fronteiras e o Shopping China cumpriu o decreto. No entanto, buscou soluções para manter benefícios sociais que dependiam da atividade econômica.

Leia Também:  Suposta propina de R$ 2 milhões teria garantido soltura de megatraficante

A direção do shopping elaborou um planejamento estratégico e lançou uma plataforma de comércio eletrônico. Os clientes passariam a comprar e receber os produtos no sistema de delivery (em domicilio), com benefícios exclusivos e parcelamento no cartão de crédito. Até à reabertura física da loja, o shopping operou com segurança, atendendo os clientes e mantendo um expressivo giro de economia, essencial para as demandas sociais e de serviços na cidade.

Na concepção de Cogorno, a importância do empreendimento não se dá apenas pelo seu tamanho físico ou volume financeiro, mas sim pelo melhor conjunto de valores sociais e humanistas agregados, entre eles os empregos diretos e indiretos, o fortalecimento das receitas e, no caso do Shopping China, o fortalecimento e a consolidação dos laços de amizade e de cooperação entre os povos brasileiros e paraguaios.

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

Previous slide
Next slide

publicidade

Previous slide
Next slide