‘raiz’

Cúpula ignora opinião e protestos contra Azambuja no PL que assumirá partido em MS nos próximos dias mesmo em crise

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O fim o provável fim do PSDB em Mato Grosso do Sul, como pelo Brasil, pode levar também a uma derrocada ao PL (Partido Liberal), do ex-presidente Jair Bolsonaro e do atual presidente da sigla nacional, deputado Valdemar da Costa Neto. O fim dos Liberais em MS, ao menos aqueles ‘raiz’, deve vir pela própria teimosia de articulações, conchavos e aceitação, praticamente incondicional, da vinda do ex-governador e atual líder dos tucanos no Estado, Reinaldo Azambuja.

A vinda de Azambuja, já alardeada a um tempo, iniciada já na metade de 2024, às então eleição municipal, deve ser concretizada na próxima semana, com dia 20 próximo, sendo pré-oficializado pafra sua ‘posse’. O quase ex-tucanos, ainda chega com ele já sendo o comandante in chefe dos Liberais MS, com a cúpula nacional ignorando opinião e protestos, ao menos da atual metade do PL-MS, contra Azambuja, não só na sigla, como ainda mais assumindo a presidência.

O Pauta Diária até já publicou que a ‘vida no PL’ pode se tornar um oficial cotidiano de traições, bolsonaristas revoltados e até o humor de Bolsonaro, como riscos ao próprio Reinaldo Azambuja no PL, mesmo tendo a ‘chave de comando’.

Tudo isto já vinha sendo dito ou agido nos bastidores, tentando interferir e que foi levado as claras e a público pelo protesto do deputado federal Marcos Pollon (PL-MS), em pela rua com milhares de ‘bolsonaristas’ em manifestação em Campo Grande, no último dia 3 deste mês. Bem como, parte de filiados ao PL-MS, também opina contra, mas não interferiu nas tratativas e o ex-governador do PSDB, assumirá o comando da sigla em breve.

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Já confirmado e ratificado

Durante a manifestação na Capital, o deputado Pollon protestou contra a filiação, chamando até de canalhas, sem citar nomes, os responsáveis por “entregarem o PL para o PSDB”.

Assim, a ala contrária a filiação tinha expectativa de um recuo de Bolsonaro, o que não deve acontecer. O ex-governador tem grandes desafetos no partido, como o deputado cassado, atual vereador em CG, Rafael Tavares, o deputado estadual João Henrique Catan e o federal Pollon. Todos tinham Azambuja, em lista de ‘mau político’, principalmente após Operação Vostok, deflagrada pela Polícia Federal em 2018, que tornou o tucano réu na Justiça. Processos estão parados no Judiciário.

Mas, o atual presidente do PL em Mato Grosso do Sul, Tenente Portela afirma que não há possibilidade de mudança na decisão. “Azambuja foi convidado pessoalmente, por Bolsonaro para comandar e fortalecer o partido no Estado e que tem o apoio ou se avalizou posteriormente, por toda a cúpula nacional”.

Data ‘pode ser que sim’ em até dez dias

A reportagem, como vem sendo propalado, tentou oficializar que o ex-governador deve ser filiar e concretizar os prós e contras, no dia 20 de agosto, em cerimônia realizada em MS. Indagamos se já foi agendado a data para filiação, mas o ex-governador ainda disse que: “estamos finalizando as últimas conversas com a direção nacional do partido. Nossa filiação deve sair ainda neste mês. ‘pode ser que sim’ em uma semana, dez dias”, avaliou.

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Outra espera neste momento, é que também Azambuja e companhia, aguarda o retorno do também quase ex-tucano e atual governador de MS, Eduardo Riedel (PSDB), da missão oficial de governo pela Ásia. A agenda governamental, que se iniciou na última segunda-feira (4), havia previsto um retorno somente para dia 18 de agosto.

No campo político partidário, a expectativa é de que, como deve haver o anuncio da filiação de Reinaldo ao PL, se espera também que Riedel, anuncie se acompanha o líder e padrinho ao PL ou se troca o ninho tucano, por uma propalada sua ida ao PP, em articulação para distribuir, valorizar e já selar aliança com os Progressistas. A parte de ida ao PP, também se deve a articulações da líder do PP-MS, senadora Tereza Cristina.

Todo imbróglio e possível dissipação de rebeldes, como para valorizar toda tratativa, que até foram feitas somente em Brasília, podia ser feito com uma “planejada” presença do ex-presidente, Jair Bolsonaro, no Estado para a bater o martelo na presença de todos antes ou ante a cerimônia de filiação e posse de Azambuja.

Mas, com ação do ministro do STF, Alexandre de Moraes, que decretou a prisão domiciliar na última segunda-feira (4), impedirá a participação presencial ou mesmo por vídeo de Bolsonaro, impedido judicialmente de qualquer ato público.

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