"BOLSONARISTA RAIZ"

Filiação de Azambuja ao PL finalmente deve acontecer entre governadores e senadores, mas sem nenhum Bolsonaro em MS

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A propalada, adiada e até confusa ou problemática filiação e posse do ex-governador Reinaldo Azambuja no PL (Partido Liberal), deve acontecer no próximo domingo (21), tendo evento sendo confirmados. Bem como, a ratificação da ida, do ainda presidente regional do PSDB em Mato Grosso do Sul, vem listada com participações de lideranças nacionais da sigla, como seis senadores, e talvez até de outras agremiações aliadas. Mas, as ‘estrelas’ da família Bolsonaro não estarão presentes.

A filiação de Azambuja, na manhã do dia 21, está marcada no Ondara Buffet, em Campo Grande, após já ter sido ‘marcada’ por duas vezes e adiada, por erros de agenda, confusões partidárias e até falta de sincronia, na data do último dia 12. Era o fim do julgamento e anuncio da sentença de Jair Bolsonaro, que acabou no dia 11, quando ocorreu sua condenação por 27,3 anos, pela trama tentativa de golpe e outros quatro crimes.

Conforme anuncio da ainda atual direção do PL-MS, que recebe a filiação, mas passará ao comando absoluto de Azambuja, tem os nomes já garantidos, do presidente nacional do partido, Valdemar da Costa Neto; o já bolsonarista governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, e, o senador Rogério Marinho, líder do PL no Senado.

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Contudo, a filiação do ex-governador não deve contar com a presença da família Bolsonaro. Flávio e Michele foram convidados, mas apontaram não virem. Michele, até justificou que tem agenda marcada na mesma data em Rondônia. Também se convidou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), que sinalizou a possibilidade de comparecer.

Sem o ‘mito’

A filiação de Azambuja, se já tivesse ocorrido em junho, como ventilada já naquele período, teria a presença de Jair Bolsonaro se ocorresse até julho. Mas, como foi adiada várias vezes, o ex-presidente acabou não vindo, devido aos imbróglios partidário, como membros de MS, rejeitando a filiação e ainda ser comandando pelo quase ex-tucano.

Hoje, ou já a 42 dias, Bolsonaro, cumpre prisão domiciliar, e não pode participar nem remotamente. Bem como pela situação de atual condenado pela terceira vez, desta vez com pena grande e em regime fechado, a ser cumprido.

Azambuja já sem o ‘mito’ e líder que passou a seguir por convicção ou conveniência política, a sua pretensão de ser Senador, tem enfrentado a rejeição de futuros comandados.

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O deputado federal Marcos Pollon e o estadual, João Henrique Cattan, foram e são contra a ida de Azambuja ao PL-MS. Bem como já eram e continuam a ser oposição fora e ao que parece, serão dentro do PL, se não saírem do partido.

Exposição em público

Pollon, inclusive protagonizou critica contundentes e até xingamentos em evento público, por ocasião de manifesto a favor da Anistia, em Campo Grande.

Já Cattan, foi oposição na Assembleia Legislativa a Azambuja, ao candidato indicado e eleito seu sucessor, o governador Eduardo Riedel. E continua sendo feroz opositor com discursos e denuncias na tribuna da ALEMS.

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