MS dos privilégios

Secretário de Educação de MS repete Nepotismo no governo Riedel sob bênçãos do governador como na gestão de Azambuja

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O Pauta Diária noticiou, na última quinta-feira (25), que “Família de professora morta em acidente, acusa parentes de secretário de Educação de Mato Grosso do Sul, de omissão e impunidade. A visão vem, pela ocorrência do sinistro, mal registrado pela polícia, bem como, se sabendo que algozes da vítima teriam ‘influência’ ou amigos para tal, com a família tendo também mais irregularidades-crimes, como o Nepotismo no Governo de Eduardo Riedel (PP).

A matéria do acidente menciona a questão, que se pode avaliar, como no mínimo, Nepotismo velado ou cruzado, sendo a acusada do acidente, sogra do Secretário Hélio Daher, que tem ainda a filha (esposa) Alessandra Ferreira Beker Daher, também nomeada no Governo do Estado. O fato imputa a família, a questão de um ou mais Nepotismo no governo do Estado, que já não seria a primeira vez. Veja abaixo, os cargos em passado recente,

A reportagem enviou contato, na sexta-feira (26), sobre a contratação de parentes, mas, mais uma vez o governo não responde à questionamento do Pauta Diária. Como outros pedidos de informação parados: “Governo de MS ignora solicitação sobre relação de servidores com agências de publicidade”, conforme também publicamos na última quinta-feira (25).

O atual caso de Nepotismo cruzado tem Alessandra F. B. Daher, esposa do Secretário Helio Daher, nomeada na Escola de Gov de MS, vinculada à SAD (Secretaria de Estado de Administra). Ela tem cargo de confiança, com proventos de R$ 9,6 mil. Apesar de não estar na pasta do marido, se pode apontar que há um Nepotismo cruzado ante o outro Secretario favorecer ao parente do colega e vice-versa.

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Passado recente com Nepotismo direto

O Nepotismo ocorre quando um agente público favorece parentes com cargos, nomeações ou benefícios na administração pública, sem considerar o mérito ou a qualificação. É uma prática ilegal no Brasil, conforme o STF proibiu a nomeação de parentes até terceiro grau para cargos de confiança, especialmente sem concurso público.

O agora secretário de Educação, Helio Daher, tem passado recente com pratica de Nepotismo direto, para vários parentes. Em 2017, a então titular da pasta, Maria Cecilia Mota, iniciou um “cabide de empregos” para esposas, filha e até cunhada na “Educação de MS” ou o nepotismo teria voltado a ser prática corrente na então administração estadual, sob o comando de Reinaldo Azambuja. Ele assumiu pregando a meritocracia e novos conceitos no serviço público. Mas, viu sua secretária estadual acomodar o genro sem problemas, levando os subordinados a decidiram seguir o exemplo.

Dentre as então histórias da relação consanguínea, que foi mais importante na hora de obter cargo na pasta, teve a do então superintendente de Administração, Orçamento e Finanças da Secretaria de Educação, Hélio Daher, que colocou a esposa, Alessandra Ferreira Beker Daher, como coordenadora de Formação Continuada da pasta.

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A nomeação ainda foi tentada ser escondida, pois houve uma medida estratégia ou erro. Na apresentação da equipe de Maria Cecília, Alessandra surge com apenas um sobrenome, “Becker”, ainda grafado errado, já que o correto é “Beker” e sem o sobrenome do marido, “Daher”.

Ainda nomeou mais parentes

Helio não fez a esposa, a única a ser contemplada com um cargo comissionado. A irmã da esposa ou seja, cunhada do então superintendente, Joelma Daiane Beker Guinzelini, também foi lotada na pasta como responsável pelo repasse dos recursos para as escolas integrais.

Joelma manteve relação com a secretaria por meio de contrato, que lhe garantiu R$ 1.882,10 em março. No entanto, em fevereiro teve mais sorte e recebeu R$ 7,7 mil. Naquela época, a média de créditos, recorrendo a um termo usado pelos juízes para dissimular os polpudos salários, foi de R$ 3,5 mil.

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