ponta do iceberg

Alvo de fraude em MT, grupo familiar soma mais de R$ 100 milhões em contratos em MS

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Donos das empresas Centro América e Pantanal Gestão foram alvos da Operação Gomorra em MT

Um grupo familiar investigado por esquema milionário de fraudes em licitações em Mato Grosso teria faturado mais de R$ 24 milhões em contratos com prefeituras de Mato Grosso do Sul apenas nos primeiros meses de 2026. Levantamento do Midiamax identificou prorrogações e novos contratos firmados por duas empresas em seis cidades do Estado entre janeiro e março deste ano.

As empresas Centro América Comércio, Serviço, Gestão Tecnológica LTDA (CNPJ 09.179.444/0001-00) e Pantanal Gestão e Tecnologia LTDA (CNPJ 18.009.871/0001-3) pertencem a um grupo familiar que foi alvo de mandados de busca e apreensão durante a operação, deflagrada em novembro de 2024.

A Pantanal Gestão e Tecnologia LTDA pertence a Roger Corrêa da Silva, um dos implicados nas investigações. Segundo o Ministério Público de Mato Grosso, o empresário foi alvo de mandado de prisão durante a operação.

Já a Centro América tem como proprietário Jânio Corrêa da Silva, também envolvido nas apurações. Ambos são sobrinhos de Edézio Corrêa, apontado como líder do grupo.

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Cidades de MS

Ao menos seis municípios de Mato Grosso do Sul firmaram contratos ou aditivaram contratações com as empresas neste ano. Os serviços são voltados para gestão de frota de veículos municipais, incluindo abastecimento de combustíveis.

As prefeituras alegam que se trata de serviço essencial e que as empresas cumpriram os requisitos para contratação.

Contratos com a Pantanal Gestão e Tecnologia LTDA:

  • Miranda — R$ 1,4 milhão
  • Aparecida do Taboado — R$ 1.522.146,78

Contratos com a Centro América Comércio, Serviço, Gestão Tecnológica LTDA:

  • Laguna Carapã — R$ 5.146.364,13
  • Amambai (renovação) — R$ 7.839.057,83
  • Jardim (renovação) — R$ 6.655.371,28
  • Sonora — R$ 2.049.105,54

Até maio de 2025, a Centro América já havia acumulado R$ 69,2 milhões em contratos no Mato Grosso do Sul.

As investigações em Mato Grosso apontaram que, no ramo de gestão de frotas — principal serviço prestado aos municípios sul-mato-grossenses — a empresa atuaria com “cartão coringa” para desvio de combustível e prática de sobrepreço.

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O espaço segue aberto para manifestações.

Com informações site Midiamax

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