Quando a verba de publicidade vira protagonista, o sinal de alerta precisa acender e em Várzea Grande ele já está piscando há algum tempo.
Nos corredores políticos, cresce o desconforto com a condução da comunicação institucional do município. A sensação é de que critérios técnicos ficaram em segundo plano diante de escolhas, no mínimo, questionáveis. Fala-se em contratos com veículos de alcance duvidoso, alguns praticamente invisíveis ao público, mas bastante visíveis quando o assunto são valores recebidos.
No centro das conversas está a secretária de Comunicação, Paola Carlini, cuja atuação passou a ser observada com mais atenção por diferentes setores. Ainda que não haja posicionamentos oficiais, o volume de relatos e a recorrência das críticas indicam que o tema deixou de ser apenas ruído de bastidor.
Mas o enredo não para nas fronteiras de Várzea Grande. Há quem garanta que movimentos estariam sendo feitos para expandir influência até Cuiabá, com tentativas de emplacar uma agência de publicidade na estrutura da capital. A iniciativa, no entanto, teria esbarrado em resistência e em alertas que chegaram antes do avanço das articulações.
No meio disso tudo, fica a pergunta que insiste em ecoar: quem, de fato, está se beneficiando desse modelo de comunicação pública?
Transparência não é detalhe é obrigação. E quando ela começa a faltar, o silêncio institucional passa a dizer mais do que qualquer campanha publicitária bem produzida.
Seguimos acompanhando a secretaria e sua Company…
























