Denúncias de assédio contra mulheres na Polícia Civil pautam audiência

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Debater as denúncias de assédio cometidos contra as mulheres no âmbito da Polícia Civil do Estado. Este é o objetivo de audiência pública que a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) vai realizar, nesta sexta-feira (15/12/23), às 10 horas, no Auditório do andar SE do Palácio da Inconfidência.

A reunião, solicitada pela deputada Beatriz Cerqueira (PT), vai relembrar o caso da escrivã Rafaela Drumond, de 32 anos, que foi encontrada morta pelos pais dentro de casa no dia 9 de junho deste ano, em Antônio Carlos (Região Central).

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Ela atuava na delegacia da cidade vizinha de Carandaí e, antes de tirar a própria vida, havia relatado a uma amiga estar sendo vítima de assédio moral e sexual no trabalho.

Para a reunião desta sexta (15), foram chamados o pai da escrivã Rafaela Drumond, Aldair Drumond, a advogada da família, Mariana Ghedin, diversos representantes de sindicatos e associações ligadas a servidores da Polícia Civil, além da chefe da Polícia Civil de Minas Gerais, Letícia Gamboge.

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Caso Rafaela Drumond

O caso da escrivã Rafaela Drumond já pautou discussão na ALMG. Em 7 de julho deste ano, em audiência da Comissão de Segurança Pública, o pai da escrivã, Aldair Drumond, e representantes de sindicatos ligados às forças de segurança do Estado defenderam que fosse realizada uma investigação transparente e rápida do ocorrido e que os suspeitos de assédio fossem afastados de suas funções.

Os participantes da reunião destacaram que esse caso, que ganhou notoriedade, é a ponta do iceberg e que há diversas ocorrências de assédio na Polícia Civil.

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O ocorrido com a escrivã também motivou a tramitação de um projeto na Assembleia. De autoria do deputado Professor Cleiton (PV), o Projeto de Lei Complementar (PLC) 26/23 institui a Lei Rafaela Drumond, que tem por objetivo implementar medidas de combate ao assédio moral no serviço público no Estado.

O texto foi considerado constitucional na Comissão de Constituição e Justiça e aguarda parecer da Comissão de Administração Pública.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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