A Juíza de Mato Grosso, alvo de investigações de Corregedoria do TJMT (Tribunal de Justiça de Mato Grosso) e CNJ (Conselho Nacional de Justiça), alega ter sido alvo de uma tentativa de intimidação após autorizar mandados de busca e apreensão.
Durante a operação, a juíza teria expedido um mandado de busca e apreensão contra mulher que alegou ter sido vítima de estupro e assédio sexual pelo marido da magistrada, comandante de batalhão da PM (Polícia Militar).
Para o portal Folha Max, a magistrada afirmou que o mandado foi expedido baseado em questões técnicas e em indícios concretos. Ainda, a investigação seria conduzida pelo MP-MT (Ministério Público de Mato Grosso), que apura supostas irregularidades funcionais da organização.
‘Abuso de poder judicial’
A vítima alegou ter sido estuprada pelo seu superior, o PM marido da juíza. Além de episódios recorrentes de assédios no ambiente de trabalho.
O militar chegou a ser preso durante investigações de crime sexual, mas foi solto.
No entanto, a situação ficou tensa cerca de um mês após a soltura do comandante, quando policiais civis cumpriram mandado de busca e apreensão na empresa onde a vítima trabalha, por ordem da juíza, esposa do PM.
O MP de MT classificou o ato como ‘abuso de poder judicial’ e violência de gênero praticada com uso do aparato estatal e pediu medida protetiva para a vítima contra o PM e a esposa.
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