A 15° prefeitura de Mato Grosso do Sul recebe a partir desta quinta-feira (23), uma operação policial em 2025, após investigação, seja estadual ou federal, sobre a gestão de recursos públicos. Desta vez, Itaporã, hoje administrada por Tiago Carbonaro, foi alvo do Gecoc (Grupo Especial de Combate à Corrupção), que deflagrou hoje, a ‘Operação Fake Cloud’. O objetivo é combater apontada quadrilha, já a cerca de quatro anos, com fraude em contratações públicas, corrupção ativa e passiva, que teria continuado na atual gestão iniciada a dez meses.
Conforme o Gecoc, investigação constatou a existência de um grupo criminoso estruturado que atua fraudando, sistematicamente, processos de contratações públicas por dispensa de licitação ou em ações falsas\Fakes. Assim se chegou a ação hoje, sendo cumpridos três mandados de prisão preventiva e seis mandados de busca e apreensão, entre o Município, a 235 km de Campo Grande, e, também na cidade de Corumbá e na Capital.
“Investigações preliminares apontam que agentes públicos, em conluio com empresários, forneciam informações privilegiadas e organizavam a fraude procedimental na gestão, para sucesso do grupo criminoso, em contrapartida a constantes recebimentos de vantagens indevidas”, aponta o Gecoc.
A ‘Fake Cloud’ chega a Itaporã após investigação que constatou a existência de organização criminosa estruturada, já a quase quatro anos, desde a gestão passada. “Há atuação fraudando, sistematicamente, processos de contratações públicas por dispensa de licitação, voltados ao fornecimento de licença de sistemas de backup de dados em armazenamento em nuvem para o Poder Executivo Municipal de Itaporã, desde 2022”, aponta Gecoc.
Mundo Fake
As investigações do Gecoc apontam que “após negociações ilícitas dos empresários com agentes públicos, diversos processos foram simulados, falseados (fakes) e direcionados para beneficiar determinada empresa, mediante propostas fictícias e exigências técnicas previamente elaboradas para restringir a concorrência”.
Assim, o nome da operação vem do termo “Fake Cloud”, que traduz-se da língua inglesa como “nuvem falsa”. E faz alusão aos objetos dos contratos, o backup de dados em armazenamento em nuvem, o que não era fornecido ao ente público.

























