PREJUÍZO DE BILHÃO

STJ solta empresário acusado de fraudes em licitações

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O caso, investigado pela Operação Gomorra, apontou desvios de R$ 1,8 bilhão em recursos públicos. Apesar de obter liberdade, Edézio foi afastado das empresas em que é sócio

 Em decisão proferida pelo ministro Sebastião Reis Junior, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o empresário Edézio Correa foi solto após ser acusado de liderar um esquema bilionário de fraudes em licitações.

O caso, investigado pela Operação Gomorra, apontou desvios de R$ 1,8 bilhão em recursos públicos. Apesar de obter liberdade, Edézio foi afastado das empresas em que é sócio.

A defesa de Edézio argumentou que a prisão preventiva não apresentava fundamentos concretos, defendendo a adoção de medidas cautelares alternativas.

Segundo o ministro, Edézio é réu primário e os crimes atribuídos a ele não envolveram violência ou grave ameaça.

A decisão destacou que a prisão preventiva só deve ser aplicada quando não há alternativas menos gravosas.

Deflagrada pelo Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco) em 7 de novembro, a operação revelou que Edézio liderava um esquema criminoso que usava familiares como “laranjas”.

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Entre os envolvidos estão sua esposa Tayla, seus sobrinhos e sua irmã, que figuravam como sócios de empresas fraudulentas.

Estas, como a Pantanal Gestão e Tecnologia e a Pontual Comércio e Serviços, atuavam em mais de 100 prefeituras e câmaras municipais, desviando recursos com o apoio de políticos locais, como a prefeita Margareth Gonçalves, também investigada.

A decisão do STJ gerou debates sobre o impacto de medidas alternativas e a dificuldade de controlar desvios em administrações públicas.

 

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