corte de gastos

Prefeita anuncia mais cortes de gastos em secretarias de Campo Grande

Prefeita Adriane Lopes (PP) propôs corte de gastos para reequilibrar contas. (Ana Paula Fernandes, PMCG)

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Adriane Lopes (PP) explicou que cortes abrangem custeio das pastas e não inclui servidores

A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP), pretende cortar mais despesas de custeio nas secretarias municipais em busca de reequilibrar as contas do Executivo. A primeira fase de cortes foi adotada em março e teria gerado economia de R$ 20 milhões aos cofres públicos. Em 30 de junho, foi publicada uma prorrogação por mais 90 dias.

Este corte inclui a redução de 25% em gastos como consumo de água, energia elétrica, outsourcing de impressão, combustíveis, entre outros itens.

A chefe do executivo explicou que o plano de equilíbrio fiscal está na segunda fase da reforma, mas que os trabalhadores não devem ser afetados. “Vamos cortar mais despesas de custeio nas secretarias, mas não quer dizer que vai impactar nos servidores, que não estão neste bojo”, afirmou.

Corte de gastos

Além de corte em custeio, a Prefeitura de Campo Grande aderiu em julho ao Programa de Acompanhamento e Transparência Fiscal e ao próprio Plano de Equilíbrio Fiscal do Governo Federal.

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A medida busca reequilibrar as contas e viabilizar empréstimos para obras estruturantes na Capital, como drenagem e asfalto. Entre as ações adotadas estão teto de gastos, centralização de caixa e autorização para ações inéditas como leilões de pagamento.

A prefeita apontou que o Município passa por um momento de austeridade e redução no orçamento. Nesta terça-feira (29), foi sancionada a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) que prevê receita de R$ 6,66 bilhões para 2026, o que é 0.29% menor em relação a este ano, com R$ 6,68 bilhões.

A proposta do Executivo é uma reorganização e novo planejamento para gastar menos e investir mais. “Iniciamos a reforma administrativa na LDO e contemplamos todas as áreas da gestão com necessidade de atendimento. Enfrentamos momento de austeridade, reflexo das ações do Governo Federal e Estadual nas cidades, por isso orçamento menor em relação ao orçamento do ano anterior”, explicou Adriane.

*Matéria por Thalya Godoy e Rodrigo Nascimento

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