nada para comemorar

Campo Grande faz 126 anos com população sem comemorar e reprovando caos de gestão da prefeita Adriane Lopes

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Campo Grande chega aos 126 anos, nesta terça-feira, 26 de agosto, entre ‘comemorações’ pela atual criticada segunda gestão da prefeita Adriane Lopes (PP), e, a realidade ‘não maquiada’ da população em geral. Os Campo-grandenses na sua maioria gostam da Capital, mas o que teriam a comemorar ante a problemas constantes, não resolvidos e em alta nestes últimos anos. O município outrora avaliado ‘sem avarias’ das cidades grandes e bom de se viver, hoje tem cada vez mais ou todos os imbróglios, que na maioria das vezes é contra a população.

A dita Capital interiorana, mas cidade em expansão, chegando a 1 milhão de habitantes, ganhou os problemas de toda cidade neste porte, devido a isto, bem como a ineficiência e ineficácia da atual gestão. A gestão municipal enfatiza continuidade de obras e melhorias na cidade, buscando equilíbrio entre eventos cívicos e a necessidade de atender demandas básicas da população.

Já cidadãos ressaltam que, em tese, não há o que comemorar ante a Saúde em caos, sem remédios e com lotação que faz atendimentos serem cada vez pior. A infraestrutura da cidade, já considerada abandonada, com buracos no asfalto esfacelando e ruas sem mesmo a pavimentação. A Educação tem quase 5,5 mil crianças sem vagas nas creches. Os monumentos e espaços de lazer e cultura sem muita ‘vida’, o que afeta turismo com falta de atrações para agraciar turistas e próprios moradores da cidade.

Além de funcionários há três anos sem reajuste salarial. Enquanto membros do alto escalão da administração têm recebido salários elevado. Assim, o descontentamento é quase geral na população, registrado em pesquisas, relatos e protestos de moradores, com reclamações diárias. Recentemente, pesquisa da imprensa local, revelou que até 70% dos entrevistados desaprovam a forma como Adriane Lopes vem conduzindo a cidade, sinalizando uma crise de confiança na administração.

Do básico necessário ao básico de outras áreas estão parados

A Campo Grande no centro e das grandes avenidas que podem demostrar uma cidade ‘próspera’, vem sendo tratada na ‘maquiagem’, mas que já aparece a paralisia do básico necessário, como remédios nas unidades de saúde, com ao básico de outras áreas, que estão parados, como o simples City Toor, que fazia passeios da população e turistas pela cidade.

Os ônibus de turismo, comuns em várias capitais do país, que percorrem os principais pontos de visita da cidade, não está funcionando regularmente em Campo Grande. Lançado em abril de 2005, o veículo tem realizado neste ano apenas saídas conforme a demanda dos eventos realizados na Capital.

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Ou seja, após 20 anos, o city tour só funciona em ocasiões específicas, sem dias e horários fixos para as saídas. A Prefeitura não divulgou os dados de passageiros atendidos em 2025, mas informou que, em 2024, o ônibus levou 5.200 pessoas para fazer turismo na cidade.

Não faz, mas tentará abafar insatisfações

Segundo fontes próximas à prefeita Adriane Lopes, a situação do ‘caos’ da gestão é sabida, mas se está ‘tapando sol com peneira’, bem como se prepara não para resolver problemas, mas para abafar insatisfações.

A organização do tradicional desfile de comemoração do aniversário, na manhã de todo dia 26 de agosto, já prevê um esquema de segurança reforçado para evitar constrangimentos durante o evento. A ideia é evitar episódios de vexame, especialmente na presença do agora correligionário de partido, o governador do Estado, Eduardo Riedel, que participa do evento, após se flliar na semana passada ao PP.

Assim, com a presença de autoridades de destaque, a prefeitura busca minimizar qualquer situação que possa constranger participantes ou a ordem pública. Informações iniciais apontam que as medidas estão sendo ajustadas conforme a demanda do desfile e o fluxo de público esperado. “O governador Eduardo Riedel participa do evento, o que aumenta a expectativa de organização e segurança para assegurar que a cerimônia transcorra de forma ordeira e respeitosa”, comentou fonte.

Avaliação negativa já avaliada politicamente por aliados

A gestão da prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP), vem enfrentando forte insatisfação da população, refletida em críticas por diversos problemas na cidade já citados acima, dentre outros.

Assim, essa avaliação negativa tem causado preocupação, aos aliados e então mentores da prefeita. Segundo fontes próximas à senadora Tereza Cristina (PP), mentora política de Adriane Lopes, já há o temor pelo desgaste político, tendo a imagem da senadora veiculada a atual gestão, assim como a reeleição do marido de Adriane, deputado estadual Lídio Lopes, e agora a reeleição do governador Riedel que passou ao PP da prefeita.

De acordo com relatos de pessoas próximas à senadora, Tereza Cristina teria orientado a se distanciar de Adriane Lopes para evitar que a má avaliação da administração impacte nos seus projetos políticos. Essa estratégia visa proteger sua imagem e garantir melhores resultados nas urnas.

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A situação atual indica um momento delicado para o grupo político, que pode precisar de ajustes para recuperar a confiança dos eleitores e evitar prejuízos nas eleições de 2026.

Riedel no PP

A avaliação já foi pauta até da reeleição do governador Eduardo Riedel, ex-PSDB, agora filiado no PP desde a última terça-feira (19), que pode ser comprometida, dentre ao menos três aspectos, um é a da má gestão de Adriane, sendo ela até a presidente do PP na Capital.

O Pauta Diária noticiou na quarta-feira (20), que a gestão do agora Progressistas Riedel, não tem identidade própria; será associado ao caos da gestão da Prefeitura de Campo Grande, com Adriane Lopes, que agora é sua presidente do PP na Capital; E por fim, diversas operações policiais e processos judiciais que envolvem a atual gestão com imbróglios recentes ou de irregularidades ou crimes do governo de seu antecessor e padrinho Reinaldo Azambuja (2015 a 2022).

O governo Riedel ainda está sem aquela marca, que cada governo visa e busca colocar como sua, principalmente em obras e projetos. Hoje, o que existe são continuidade das duas gestões do PSDB de Reinaldo Azambuja (2015 a 2022), que também abandona o ninho tucano para ir comandar o PL e bolsonaristas de Mato Grosso do Sul. As então ditas imagens e projetos Psdebistas ficaram no passado, bem como até não condizem com novas ‘marcas’, ideologia e práticas do PP.

Já no campo de bons administrados, agora, Riedel tem no seu partido, uma segunda péssima gestão da correligionária Adriane Lopes. Ela que vem de cinco anos e seis meses como vice-prefeita da Capital, somados a 2,6 anos que assumiu o cargo titular, com a saída em julho de 2022, do então prefeito de Marquinhos Trad,, para disputar a eleição ao Governo do Estado.

Na terça-feira (19), até noticiamos que a “Prefeita Adriane em horário de expediente vai a ato de filiação de Riedel em Brasília visando que possa reverter caos de gestão na Capital”.

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