taxa de desemprego

Taxa de desemprego fica em 5,6% a fechar trimestre no menor nível da história em contínua boa notícia do Governo Lula 3

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Os bons índices socioeconômicos do Brasil voltaram no terceiro governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após negatividades políticas, sociais e econômicas do período de 2019 a 2022. Um dos bons fatos é a taxa de desemprego do País, que se manteve em 5,6% no trimestre encerrado em agosto, no menor nível da história. Tudo já como resultado da recuperação de todo o Governo Federal, a partir de 2023, e mesmo ante crises políticas nacional e mundial.

Veja abaixo números, como a carteira assinada e salários também batendo recordes, mesmo ante as crises com guerras, e, no mais recente, conflito dos EUA (Estados Unidos), em ataque a Soberania do Brasil, com medidas antidemocráticas contra o Judiciário e sanções de tarifas a economia nacional. Nada impediu que ações realizadas dessem resultado contra o desemprego do Brasil a se manter nos 5,6%, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O patamar, divulgado nesta terça-feira (30), é o mesmo registrado entre os meses de maio e julho e confirma a menor taxa registrada em toda a série histórica da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada desde 2012.

O patamar, divulgado nesta terça-feira (30), é o mesmo registrado entre os meses de maio e julho e confirma a menor taxa registrada em toda a série histórica da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada desde 2012.

Assim, a então falta de empregos fecha agosto no menor nível da história. O resultado apurado para o período de junho a agosto mantém a trajetória positiva do mercado de trabalho nacional e renova, pelo terceiro mês consecutivo, o menor volume de desocupados da série histórica do IBGE. No mesmo período do ano passado, a taxa era de 6,6%.

Desde 2013

Cerca de 6,08 milhões buscam colocação profissional. Até agora, o menor nível da série histórica havia sido alcançado em dezembro de 2013 (6,1 milhões de trabalhadores procurando emprego). No mesmo período do ano passado, 7,13 milhões buscavam uma colocação profissional.

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Brasil tinha 102,4 milhões de pessoas ocupadas em agosto. A evolução mantém o nível de ocupação da população em idade ativa em um patamar recorde: 58,1%. O total corresponde a uma alta de meio ponto percentual (mais 555 mil pessoas) em relação ao trimestre finalizado em maio e de 1,8 ponto percentual (mais 1,9 milhão de pessoas) frente ao mesmo período do ano passado.

Contratações em escolas públicas puxaram o recorde. William Kratochwill, analista da pesquisa do IBGE, observou que a queda da desocupação é resultado das contratações feitas pela rede do ensino pré-escolar e fundamental ao longo do primeiro semestre. “São trabalhadores sem carteira, com contratos de trabalho temporários”, explica.

Ele destaca que o grupo cresceu 5,5% em relação ao trimestre até maio e ficou praticamente estável (alta de 0,8%) frente ao trimestre junho-agosto de 2024.

Carteira assinada bate recorde

O total de empregados no setor privado alcançou o nível recorde de 52,6 milhões. O resultado foi puxado pelo número de 39,1 milhões profissionais celetistas (excluindo trabalhadores domésticos), o maior da história, com estabilidade no trimestre e alta de 3,3% (mais 1,2 milhão de pessoas) no ano.

Já o número de empregados sem carteira no setor privado (13,5 milhões) ficou estável no trimestre e recuou 3,3% (menos 464 mil pessoas) em um ano.

“O mercado de trabalho aquecido proporciona uma alteração do perfil das contratações, pois com menor disponibilidade relativa de mão de obra, as contratações somente acontecem com mais benefícios para os trabalhadores, como a carteira assinada, por exemplo”, diz William Kratochwill, analista da Pnad

Número de funcionários do setor público permaneceu estável em relação ao trimestre anterior. O contingente de 12,9 milhões do segmento corresponde a um crescimento de 2,7% (mais 340 mil) na comparação com o mesmo trimestre de 2024. Entre os trabalhadores por conta própria (25,9 milhões), houve crescimento nas duas comparações.

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Informais

Taxa de informalidade foi de 38% da população ocupada em agosto. O percentual equivale a 38,9 milhões de trabalhadores sem carteira assinada. Segundo o IBGE, o patamar é levemente superior ao registrado no trimestre finalizado em maio (37,8%), mas inferior à taxa apurada há um ano (38,9%).

Entre os informais, o único avanço foi dos profissionais que trabalham por conta própria sem CNPJ. A categoria é formada por 19,1 milhões de trabalhadores, volume 1,9% maior em relação ao trimestre até maio e de 2,9% frente ao mesmo período de 2024.

“Isso é um sinal de que as pessoas estão apostando no trabalho autônomo, são trabalhadores com nível menor de escolaridade, geralmente nas atividades de comércio e alimentação”, avalia Kratochwill.

Salários

Remuneração dos trabalhadores é a maior da história para o mês. Em média, o salário real habitual de todos os trabalhos foi de R$ 3.488 no trimestre entre junho e agosto. O valor supera em 3,3% o recorde anterior para o período (R$ 3.377), registrado no ano passado, mantendo-se estável na comparação com o trimestre finalizado em julho.

Massa de rendimento real habitual subiu para R$ 352,6 bilhões. Impulsionada pelos maiores salários, a soma das remunerações de todos os trabalhadores também representa um novo recorde. O total é resultado da alta de 1,4% ante o trimestre encerrado em maio e aumento de 5,9% frente ao mesmo período do ano passado.

O que é a Pnad Contínua

Divulgado desde 2012, o estudo do IBGE abrange todo o território nacional. Em suas coletas, a pesquisa avalia indicadores relacionados à força de trabalho entre a população com 14 anos ou mais. O grupo é aquele que integra a população economicamente ativa do país.

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