O Brasil lidera o Mundial de ParaAtletismo na Índia, com 27 medalhas, somando somente nessa terça-feira (30), pódios por 14 vezes em Nova Dél, capital Indiana. Neste total, tem duas do corredor Sul-mato-grossense, Yeltsin Jacques, já multicampeão, que conquistou hoje, Ouro e Prata, nos percursos de corrida dos 1,5 mil metros e no de 5 mil metros de corridas. Já um bronze é de Fabrício Ferreir, nos 100 metros T13 (deficiência visual), também de MS.
Desde 2013, Yeltsin Jacques, participa de mundiais adultos, já por seis vezes. E com o resultado de hoje, Yeltsin chega ao seu sexto Campeonato Mundial somando agora seis medalhas: duas de ouro, duas de prata e duas de bronze.
“Sigo construindo história para o Brasil no esporte paraolímpico. Só tenho a agradecer. Estou muito feliz”, destacou o atleta de MS em redes sociais.
Hoje, o País conquistou três ouros, entre a mais 11 medalhas (prata e bronze), conquistada no Mundial. Com isso, a delegação brasileira permanece na liderança do quadro de medalhas da competição, com o total de 27 pódios, entre o topo das sete ouros, 14 pratas e seis bronzes.
Destaques hoje com Yeltsin Jacques
Os destaques desta terça-feira foram as primeiras colocações de Ricardo Mendonça e de Yeltsin Jacques, que em categorias diferentes conquistaram o Ouro, e outros brasileiros, ficaram com a prata, marcando dobradinha do Brasil em duas categorias hoje.
Com o tempo de 22s77, o fluminense Ricardo Mendonça foi o primeiro colocado nos 200 metros T37 (paralisados cerebrais). Na mesma prova, a prata ficou com o maranhense Bartolomeu Chaves.
Outra dobradinha, nesta terça saiu na prova dos 1.500 metros T11 (deficiência visual), com o atleta de Campo Grande-MS, Yeltsin Jacques, vencendo a disputa em 4min02s02, e, o paulista Júlio César Agripino garantindo a prata.
Já o terceiro ouro brasileiro na Índia veio com Claudiney Batista na prova do lançamento de disco F56.
Pratas e bronze
Outras medalhas de pratas da delegação brasileira foram garantidas pela maranhense Rayane Soares, na prova dos 200 metros T13 (deficiência visual), e pelo fluminense João Matos Cunha, nos 100 metros T72 (petra).
Além disso, o Brasil somou mais quatro bronzes:
– Lançamento de dardo F44 (deficiência nos membros inferiores), com o catarinense Edenilson Floriani;
– A paulista Giovanna Boscolo, no lançamento de dardo F44 (deficiência nos membros inferiores);
– Com outro Sul-mato-grossense Fabrício Ferreir, nos 100 metros T13 (deficiência visual);
– E nos 100 metros T36 (paralisados cerebrais), com a paulista Verônica Hipólito























