A recuperação da economia do Brasil, a partir de 2023, com o governo Lula 3, apesar de ainda termos certas crises sócio-política-econômica, já tem feito muito bem a maioria dos brasileiros, em ganhos de emprego em alta, salários em alta ou sendo reajustados, como em investimentos pessoais de lazer, cultura, turismo a passeio ou mesmo a trabalho. A situação econômica melhor ou no mínimo em estabilidade, já tem retomada dos brasileiros, incluindo de Mato Grosso do Sul, viajando mais em 2024. Os dados regionais de viajantes, também aumentaram com relação a 2023.
Os Sul-mato-grossenses indicam que em 22,3% dos lares de MS tiveram ao menos um morador viajando no período de referência dos últimos três meses, o que representa 228 mil domicílios, apontam dados da PNADC (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)
Isso representa aumento em relação às viagens realizadas em 2023, quando 20,9% dos lares de MS tiveram morador em deslocamento. O levantamento corresponde ao trimestre imediatamente anterior à coleta dos dados.
No total, os moradores de MS realizaram 309 mil viagens, sendo 256 mil por motivos pessoais e 53 mil por motivos de trabalho. O carro particular ou de empresa segue como principal meio de transporte, responsável por 63,8% das viagens, ou 197 mil deslocamentos.
O ônibus de linha aparece em segundo lugar, com 10% ou 31 mil, seguido pelo avião, com 9,4% ou 29 mil. Também entram na lista excursões e fretados, com 19 mil, vans ou perueiros, com 11 mil, motocicletas, com 2 mil, e outros meios, com 22 mil.
Mas, tem que economizar
Os números da Pesquisa, mostram a necessidade de economizar ou por afetividade e comodidade, pois na hora de se hospedar, a preferência foi por ficar em casa de parentes ou amigos. A opção correspondeu a 45,3% das viagens, ou 140 mil deslocamentos. Hotéis, resorts e flats receberam 62 mil viajantes, o equivalente a 20,1%. Outras escolhas também aparecem, como pousadas, com 10 mil, aluguel por temporada, com 12 mil, imóvel próprio, com 7 mil, e a categoria “outros”, que soma 78 mil e vai de alojamentos coletivos a soluções improvisadas.
Crescimento
O número de viagens cresceu em relação a 2023. A proporção de domicílios com moradores viajantes subiu de 20,9% para 22,3%, e o volume total de deslocamentos passou de 292 mil para 309 mil.
O destaque foi o avanço das viagens profissionais, que saltaram de 41 mil para 53 mil em apenas um ano, uma alta de 29%. Já os deslocamentos pessoais permaneceram praticamente estáveis, de 251 mil para 256 mil.
Porém, o movimento contrário ainda é menor. O Centro-Oeste (7,5%) e o Norte (6,3%) apresentaram as menores participações como destino das viagens no País. O Sudeste (41,2%) e o Nordeste (27,4%) apresentaram os maiores percentuais de destino.
Gastos
O Centro-Oeste registrou gastos médios de R$ 2.182,00 para as viagens que se iniciavam nesta região e R$ 1.704,00 para aquelas que tinha o CO como destino.
O Distrito Federal apresentou os maiores gastos médios com viagens de origem (R$ 3.090, que também foi o maior do país) e com destino a esta unidade (R$ 1.778). Já Mato Grosso, com R$ 1.422, foi o destino em que se verificaram os menores gastos médios por viagem na região.
Por outro lado, as viagens cuja origem era o Mato Grosso do Sul tiveram gastos médios de R$ 1.705, o menor do CO (Centro-Oeste).























