Conta de luz mais barata sem obras: energia solar por assinatura avança no Brasil

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Com o aumento constante das tarifas de energia elétrica, brasileiros têm buscado alternativas para reduzir a conta de luz sem precisar investir em painéis solares próprios. Impulsionados pela Lei 14.300/2022, conhecida como Marco Legal da Geração Distribuída, modelos como a energia solar por assinatura e o Mercado Livre de Energia vêm crescendo rapidamente no país e prometem descontos significativos sem necessidade de obras ou instalação de equipamentos. 

A chamada energia solar por assinatura permite que consumidores utilizem créditos gerados em fazendas solares remotas para abater o valor da fatura da distribuidora local. O processo é totalmente digital e não exige compra de placas solares, manutenção ou adaptações no imóvel. 

O modelo se popularizou principalmente entre moradores de apartamentos, imóveis alugados e pequenos comerciantes. Em muitos casos, a economia varia entre 10% e 20%, dependendo do perfil de consumo. 

A regulamentação trazida pela Lei 14.300/2022 deu segurança jurídica ao setor e acelerou os investimentos em geração distribuída no Brasil. Com isso, empresas especializadas passaram a expandir fazendas solares e serviços de compartilhamento de energia em diversas regiões do país. 

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Enquanto isso, o Mercado Livre de Energia tem se consolidado como alternativa para pequenas e médias empresas. Nesse sistema, o consumidor pode negociar diretamente com fornecedores de energia, reduzindo custos e ficando menos exposto às bandeiras tarifárias. 

Especialistas apontam que a economia para empresas pode chegar a 40%, principalmente para consumidores de média tensão. A migração também não exige investimento em infraestrutura própria, o que aumenta a atratividade do modelo. 

Além da redução de custos, a expansão da energia solar traz impactos ambientais importantes. O crescimento da geração distribuída reduz a necessidade de acionamento de termelétricas, diminui emissões de carbono e ajuda a diversificar a matriz elétrica brasileira. 

Com um dos maiores potenciais solares do mundo, o Brasil é apontado como um dos mercados mais promissores para expansão da energia limpa nos próximos anos. A expectativa do setor é que milhões de consumidores passem a aderir aos modelos de assinatura e geração compartilhada até o fim da década. 

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