DOURADOS

Aumento no salário de prefeito, vice e secretários eleva gastos a R$ 7,3 milhões em Dourados

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Os vereadores da Câmara Municipal de Dourados aprovaram, na sessão de segunda-feira (11), o reajuste nos salários do prefeito, do vice e dos secretários municipais a partir de janeiro de 2025. Com isso, a folha mensal dos membros da administração da segunda maior cidade do Estado vai chegar a R$ 561.608,72. Com o 13º salário, resulta em R$ 7,3 milhões ao ano.

Por 16 votos favoráveis e 3 contrários, o Legislativo garantiu o salário do próximo prefeito em R$ 26.545, um aumento de 21,21% em relação aos atuais R$ 13,8 mil. A remuneração do vice-prefeito passará de R$ 9,6 mil para R$ 19.272,39 e dos secretários municipais, de R$ 9,3 mil para R$ 16.848,19.

A Câmara diz que o aumento representa a correção da inflação de 2022 e 2023 e a previsão para 2024.

Atualmente o município gasta mensalmente com estes salários R$ 468.093,82. A partir de janeiro de 2025, haverá acréscimo de R$ 93.514,90 nestas despesas, chegando a R$ 561.608,72, conforme impacto financeiro anexo ao Projeto Substitutivo 1/23 ao PL 258/23, aprovado pelos vereadores.

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Como há pagamento de 13º salário, o impacto anual é de R$ 1.215.693,70.

O reajuste nos salários do prefeito, do vice e dos secretários municipais após a Justiça barrar o aumento de até 64% nos subsídios dos membros da administração da segunda maior cidade do Estado.

Em novembro, o juiz José Domingues Filho, da 6ª Vara Cível, anulou definitivamente o reajuste de até 64% nos salários dos secretários municipais, do vice-prefeito e do prefeito de Dourados.

O reajuste aprovado pela Câmara de Vereadores concedia a Guedes um salto de 58,64% em sua remuneração, de R$ 13.804,56 para R$ 21,9 mil.

O juiz José Domingues Filho, seguindo entendimento do Supremo Tribunal Federal, considerou ser inconstitucional o reajuste nos salários dos integrantes da administração municipal dentro do mesmo mandato e legislatura.

Veja como votaram os vereadores

Foram contra: Dr. Diogo Castilho (PSDB); Juscelino Cabral (PSDB) e Márcio Pudim (PSDB).

A favor:

  • Creusimar Barbosa (União Brasil)
  • Cemar Amaral (SD)
  • Daniel Júnior (PTB)
  • Elias Ishy (PT)
  • Jânio Miguel (PTB)
  • Laudir Munaretto (MDB)
  • Liandra da Saúde (PTB)
  • Marcão da Seprivas (SD)
  • Marcelo Mourão (Podemos)
  • Maurício Lemes (PSB)
  • Olavo Sul (MDB)
  • Rogério Yuri (PSDB)
  • Sérgio Nogueira (PSDB)
  • Tãnia Cristina (PP)
  • Tio Bubi (PSD)
  • Fabio Luís (Republicanos)
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