ATRÁS DO TOCO

População critica a falta de fiscalização da Câmara e a gestão da saúde em Campo Grande

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Moradores e moradores de Campo Grande apontam falhas graves na fiscalização da Câmara Municipal e na gestão da saúde municipal, com falta de remédios, superlotação de Upas, buracos nas vias, salários elevados de secretários e suspeitas de nepotismo. Reportagem do Pauta Diária busca ouvir residentes, comerciantes e trabalhadores da saúde sobre o tema.

Campo Grande, MS – A cidade vive sob o debate entre a administração municipal e a Câmara Municipal, com a população cobrando mais transparência, cobrança de responsabilidades e atuação efetiva dos vereadores. Em recente levantamento, quase a totalidade dos parlamentares mantém proximidade com a prefeitura, gerando desconfiança sobre a independência do Legislativo.

Dilma Pereira, moradora do bairro Moreninhas, relata dificuldades para conseguir remédios na rede pública e dificuldade de atendimento nas Upas, citando filas longas e falta de itens básicos de medicação.Ana Clara, mãe de três filhos, afirma estar desacreditada nos políticos: “prometem muito e entregam pouco”, descrevendo a cidade como deteriorada e sem melhorias consistentes.

Trechos de conversas com comerciantes e trabalhadores da saúde mencionam burocracia, atrasos em repasses de recursos e críticas à gestão de recursos humanos, com apontamentos sobre salários de secretarias considerados elevados para o cenário local.

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Questionamento da população:

Por que a Câmara Municipal não instaurou uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da saúde para apurar falhas e possíveis irregularidades no setor, especialmente diante da percepção de trânsito entre o Legislativo e a Administração?

Até que ponto a proximidade entre vereadores e a gestão municipal impacta a fiscalização e a transparência das ações públicas?

A reportagem ouviu moradores, profissionais da saúde e analistas políticos para entender a relação entre o Legislativo e a prefeitura, além de buscar informações sobre licitações, contratos e gastos com a saúde municipal.

Indícios de nepotismo e nomeações de parentes em cargos da prefeitura têm sido tema de debates públicos e cobertos por veículos locais, alimentando a percepção de falta de imparcialidade na fiscalização.

Próximos passos da cobertura:

Análise de dados orçamentários da saúde, contratos de fornecedores e repasses da Prefeitura à rede de urgência e emergência.

Ouvir representantes da Câmara, da Prefeitura e do Ministério Público para esclarecer as ações de fiscalização, eventual instauração de CPIs e medidas para restaurar a transparência.

Entrevistas com especialistas em governança pública e com a população para ampliar o debate sobre mecanismos de controle social.

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A matéria pode ser complementada com posicionamentos oficiais da Câmara Municipal, da Readaptação da Secretaria Municipal de Saúde, do Ministério Público e de organizações da sociedade civil que atuam em transparência e controle social.

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