Não mande nudes
Um procurador de Justiça de Mato Grosso do Sul resolveu dar um tempo da vida institucional depois que sua vida privada virou assunto público. Vítima de extorsão após enviar foto íntima pelo WhatsApp, ele anunciou nas redes sociais que deixou o cargo no Conselho Superior do MPMS, alegando problemas de saúde. Nos bastidores, porém, o comentário é outro: a dor de cabeça começou quando o caso virou investigação policial.
Armadilha digital
O episódio ganhou proporção depois que o Ministério Público deflagrou a Operação Cyber Trap. A suspeita, presa em Pernambuco, teria criado um perfil falso para seduzir a vítima nas redes sociais, conseguir imagens íntimas e depois tentar transformá-las em moeda de chantagem. Moral da história que circula nos corredores do poder: na internet, nem tudo é o que parece.
Assédio no interior
Em um município do interior, um prefeito estaria enfrentando uma tempestade que começou no WhatsApp. Uma prestadora de serviços afirma ter sido alvo de assédio e diz possuir prints das conversas com o gestor. O material, segundo ela, pode vir à tona a qualquer momento.
Amor e poder
Como se não bastasse a acusação de assédio, a denúncia traz outro tempero explosivo: o prefeito teria colocado a própria amante no cargo de chefe de gabinete. Nos bastidores da política local, a história já corre solta e com potencial para virar problema sério.
Arquivo explosivo
A denunciante afirma que guarda conversas, áudios e prints que comprovariam suas acusações. Se o material realmente aparecer, promete causar mais estrago que oposição em ano eleitoral.
























