DESCASO NA SAÚDE

Falta de remédios em Campo Grande: Divergência entre a versão da prefeitura e a realidade dos usuários

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Recentemente, o secretário Youssif Domingos, da Secretaria Municipal de Governo e Relações Institucionais de Campo Grande, afirmou em um vídeo que não há falta de remédios na capital. Segundo ele, o que realmente falta é uma melhor interação entre o centro de distribuição de medicamentos e os gerentes das unidades de saúde. Essa declaração, no entanto, contrasta fortemente com a realidade vivida por muitos usuários dos serviços de saúde na cidade.

Relatos de pacientes que frequentam as unidades de saúde de Campo Grande indicam uma situação alarmante. Muitos afirmam que a falta de medicamentos essenciais é uma constante, e que a escassez se estende a itens básicos, como analgésicos, antibióticos e medicamentos para doenças crônicas. A insatisfação é palpável, com cidadãos expressando sua frustração nas redes sociais e em fóruns comunitários.

 

Usuários das unidades de saúde relatam que, ao chegarem aos postos, frequentemente se deparam com prateleiras vazias e a necessidade de buscar medicamentos em farmácias particulares, o que representa um ônus financeiro significativo para muitas famílias. “É um absurdo que, em pleno 2025, ainda tenhamos que enfrentar essa situação. Precisamos de remédios para tratar nossas doenças, e não podemos depender de promessas”, desabafou uma usuária que preferiu não se identificar.

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A divergência entre a declaração do secretário e a experiência dos cidadãos levanta questões sobre a gestão da saúde pública em Campo Grande. Enquanto a administração municipal alega que a falta de remédios é uma questão de comunicação interna, os usuários sentem na pele as consequências da falta de medicamentos e insumos básicos.

A situação exige uma resposta rápida e eficaz da Prefeitura, que deve não apenas melhorar a comunicação entre os setores, mas também garantir que os medicamentos estejam disponíveis nas unidades de saúde. A população de Campo Grande merece um sistema de saúde que funcione adequadamente, com acesso a medicamentos essenciais e um atendimento de qualidade.

A expectativa é que a administração municipal tome medidas concretas para resolver essa crise e que os relatos dos usuários sejam ouvidos e considerados na formulação de políticas públicas. A saúde é um direito fundamental, e a falta de medicamentos não pode ser uma realidade aceitável para os cidadãos de Campo Grande.

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