Soraya Thronicke

Vaiada em show do Roupa Nova, Soraya reage com crítica a radicalismo e intolerância

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Vaiada durante show da banda Roupa Nova, a senadora Soraya Thronicke (Podemos) se pronunciou sobre o episódio, potencializado pela repercussão nas redes sociais, e criticou o radicalismo e a intolerância.

“Infelizmente, vivemos tempos em que o radicalismo e a intolerância tentam se impor até mesmo nos momentos mais simples. Mas sigo firme, trabalhando pelo Mato Grosso do Sul e defendendo o respeito às diferenças — inclusive àqueles que pensam diferente de mim”.

A senadora lamentou que a polarização política tenha alcançado espaços de cultura e lazer, onde deveria prevalecer o respeito mútuo. Soraya reiterou que estava no show como fã da banda, e não em exercício do mandato.

Conforme a nota, a parlamentar foi convidada pela produção para fazer uma pergunta aos músicos. “O momento, que era de celebração e interação com os fãs, foi interrompido por manifestações políticas que destoaram completamente do espírito do evento”.

Ao todo, foram quatro tentativas frustradas de falar com a banda, pois ela era interrompida pelo público. Então, os artistas se pronunciaram em socorro da senadora e pediram que a plateia deixasse a política de lado.

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Somente após a intervenção dos músicos, Soraya conseguiu fazer sua pergunta sobre a canção Coração Pirata, tema da personagem da atriz Regina Duarte, na novela Rainha da Sucata, da TV Globo, em 1990.

Eleita em 2018 como a “senadora do Bolsonaro”, ela acabou alvo da ira dos bolsonaristas de Mato Grosso do Sul após romper com o ex-presidente. Inclusive, Soraya, quando foi candidata a presidente, protagonizou embates públicos com Jair Bolsonaro.

Confira a nota de Soraya na íntegra:

“NOTA À IMPRENSA

Na última sexta-feira (01), durante o show da banda Roupa Nova, em Campo Grande, a senadora Soraya Thronicke foi alvo de vaias após ser convidada pela produção para fazer uma pergunta aos músicos. O momento, que era de celebração e interação com os fãs, foi interrompido por manifestações políticas que destoaram completamente do espírito do evento.

A senadora lamenta que a polarização política tenha alcançado até espaços de cultura e lazer, onde deveria prevalecer o respeito mútuo. Reitera que estava ali como cidadã, fã da banda, e não em exercício de seu mandato.

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“Infelizmente, vivemos tempos em que o radicalismo e a intolerância tentam se impor até mesmo nos momentos mais simples. Mas sigo firme, trabalhando pelo Mato Grosso do Sul e defendendo o respeito às diferenças — inclusive àqueles que pensam diferente de mim”.

O JACARE

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