bebidas adulteradas

Campo Grande com possível primeiro caso e morte dará ao Brasil 60 notificações de intoxicação por Metanol

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O Pauta Diária noticiou na manhã desta sexta-feira (3), que “Campo Grande pode ter primeiro caso e morte por intoxicação por Metanol em óbito de jovem de 21 anos”. A possível situação, que está sendo investigada pela PC-MS (Polícia Civil de MS) e setores da Saúde Pública pode contabilizar ao Brasil 60 notificações de intoxicação por Metanol, e, por consequência disto oito já podem ter ido a óbito. O Ministério da Saúde afirmou ontem (2), que são oito mortes investigadas no País sob suspeita do ‘envenenamento’, mas uma está confirmada por este motivo.

Vejam detalhes na matéria anterior, que em Mato Grosso do Sul, Campo Grande, pode entrar na lista das cidades com casos e já em ‘primeiro’ com óbito de jovem de 21 anos, ainda não listado Nacionalmente. Ele faleceu rápido, nesta sexta-feira (3), em bairro da Capital. Conforme a polícia, o rapaz paciente deu entrada na unidade do UPA Universitário (Unidade de Pronto Atendimento), relatando mal-estar e morreu após somente 1h30, da entrada no Posto.

Os dados pelo Brasil registram 59 notificações relacionadas à intoxicação por metanol até a tarde desta quinta-feira (2). O balanço foi apresentado pelo ministro Alexandre Padilha, em entrevista à imprensa na Sala de Situação, instalada pelo governo para monitorar os casos e coordenar as medidas de resposta. Há 11 casos confirmados e 48 em análise em possível contaminação com o produto.

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Do total de 59, ainda sem o 60º de Campo Grande, são 11 já positivos, com a detecção laboratorial da presença do Metanol por um Centro de Informações Estratégicas e Resposta de Vigilância em Saúde (Cievs). Há ainda um 12º caso, do rapper Hungria, em que a presença do metanol foi detectada em exame feito no hospital onde o paciente está internado, em Brasília.

“Tem um 12º, que é um caso aqui de Brasília. Nossa equipe está acompanhando desde o início da internação este caso, nós já temos a informação que foi detectada a presença do metanol no exame feito no hospital onde esse paciente está internado. Então, a gente já pode colocar que são 12 confirmados”, afirmou Padilha.

Mortes

Apenas uma morte decorrente desse tipo de intoxicação foi confirmada 100% pelo Ministério da Saúde no estado de São Paulo. Mas, outros sete óbitos, já com indícios, seguem em investigação, sendo dois em Pernambuco e os outros cinco também em São Paulo.

Precaução com as bebidas

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, sugeriu que as pessoas não tomem destilados, a menos que tenham “absoluta certeza” da procedência.

Ministro, que também é médico, citou “três regras para qualquer bebida alcoólica”. “Primeira regra, se beber, não pode dirigir. Segunda, se for beber, sempre muito hidratado e bem alimentado, isso pode, inclusive, reduzir os impactos de uma bebida adulterada, como é o caso do metanol. E terceiro, tenha segurança da origem”, disse, em entrevista à rádio CBN, na manhã desta quarta-feira (1º).

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“Eu sugiro, de fato, que as pessoas evitem, nesse momento, ingerir bebidas destiladas sem terem absoluta certeza da origem dela”, disse Alexandre Padilha, ministro da Saúde.

Além de evitar consumir destilados de origem incerta, pacientes devem fornecer informações detalhadas aos profissionais de saúde. “Quando [pacientes] chegam à unidade [de saúde], às vezes contam os seus sinais, seus sintomas, mas não fazem alerta específico: ‘fui a um lugar, bebi algo de que eu não sabia a origem'”, afirmou Padilha.

Alerta governamental

O governo federal, por determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, instalou uma sala de situação para monitorar os casos de intoxicação, por todo o Brasil.

A equipe que irá acompanhar o tema será composta por representantes dos ministérios da Saúde, Justiça, Agricultura, além dos conselhos de secretários de saúde dos estados (Conass) e de municípios (Conasems).

A Anvisa (Angência Nacional de Saúde) e os governos de São Paulo e Pernambuco também participam das conversas.

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