Em plena campanha eleitoral, e por decreto, a prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes, pôs fim à estrutura administrativa que tinha a função de atender as demandas da comunidade campo-grandense. Pela Lei nº 7.305, assinada em 19 de setembro último, foi alterada outra lei – esta de 3 de janeiro de 2017 que formatou a atual estrutura administrativa da Prefeitura, e que criou a Subsecretaria de Articulação Social e Assuntos Comunitários. Na pratica, era essa a estrutura com a função de atender pessoas e lideranças dos bairros para encaminhamentos de suas demandas. Na prática, a prefeitura da Capital fecha as portas para ouvir e encontrar os problemas dos bairros da capital.
Para as pessoas que trabalham diretamente nos bairros da cidade, foi um sinal inequívoco que de q a administração municipal fecha os canais de diálogo com as comunidades. “Faltando 15 dias, se acaba secretaria de assuntos comunitários, sem que tenha criado qualquer outra alternativa? Essa é justamente o espaço que atende diretamente os lideres comunitário, e não vimos nada substituindo ou repassando competência para outra secretaria. Queria ver se fechasse as secretarias que atendem empresários, por exemplo, isso eles não fazem”, lamentou um líder de um importante bairro de Campo Grande, que preferiu não ser identificado.

























