VOTAÇÃO CONTRA MP BBB

Quatro cavaleiros do apocalipse de MS votam novamente contra o Brasil para derrubar MP BBB que taxaria Bancos Bets e Bilionários

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Os deputados federais de Mato Grosso do Sul, que denominação de ‘cavaleiros do apocalipse”, de novo atacam unidos, para derrubada da MP BBB (Medida Provisória), que taxaria Bancos Bets e Bilionários. Eles dão outra derrota ao Brasil e ao povo brasileiro, alegando derrotar só o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O quarteto Beto Pereira (PSDB), Luiz Ovando (PP), Marcos Pollon e Rodolfo Nogueira, do PL, votaram pela retirada da MP 1303, na noite desta quarta-feira (8), que tinha validade até ontem.

Veja abaixo detalhe da MP, que previa a taxação dos super ricos, os bilionários, dos bancos, bets e casas de apostas. Como a MP caducou\venceu as 23h59 de ontem, a oposição impôs uma derrota ao Governo Lula (PT), que esperava elevar a arrecadação em R$ 17 bilhões. A menos de um mês noticiamos que “Quatro cavalheiros do apocalipse de MS aprovam PEC da Blindagem que protege parlamentares de processos judiciais”.

Já Dagoberto Nogueira e Geraldo Resende, do PSDB, Camila Jara e Vander Loubet, do PT, votaram a favor da proposta. Inicialmente, a MP 1303 previa a arrecadação de R$ 31 bilhões, mas o valor foi reduzido com negociações então fechadas na terça-feira (7), com recuo do Governo, em elevar a taxação de aplicações, como as Letras de Crédito Agrário (LCA), de Crédito Imobiliário (LCI) e de Desenvolvimento (LCD).

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, atribuiu a derrota do Governo à articulação do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que pretende ser candidato a presidente da República em 2026. Lula acusou a oposição de trabalhar contra o povo brasileiro.

REAÇÕES – Festa contra o Brasil e ‘Luto’

A oposição ao governo e de ver a ‘terra arrasada’ no Brasil, para converter em ganhos eleitoral para 2026, festa uma estranha festa, que mostra as ações dos mesmos a favor dos grupos beneficiados e então em tese, contra o País, como consideram não só o governo e deputados aliados, como especialistas da área econômica e politica.

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A senadora Tereza Cristina (PP) festejou a decisão que livrou bancos, bets e casas de apostas de pagar mais impostos. “Vitória para o Brasil!!! Conseguimos derrubar no Congresso a MP 1303. Demos um basta à obsessão arrecadatória de um governo que só pensa em aumentar impostos, sem cortar os próprios gastos”, bradou.

Apesar de ter livrado bancos e bets de pagar mais impostos, Rodolfo afirmou que a decisão beneficiou a população brasileira. “Enterramos a MP do Taxade que aumentaria mais impostos para a população!”, afirmou o Gordinho do Bolsonaro.

Contudo, a deputada Camila (PT), lamentou a decisão da Câmara dos Deputados, que livrou das bets e casas de apostas de pagar mais impostos. “Querem mandar a conta das bets para você! O Congresso livrou as empresas de apostas e colocou em risco os investimentos na saúde e na educação”, detonou a petista.

Vander seguiu na mesma linha e acusou a oposição de ser inimiga do povo. “Hoje aqui na Câmara a maioria dos deputados optou por defender os interesses dos bancos, das bets e dos bilionários e retiraram da pauta de votação o projeto que reforçava o orçamento federal. Isso mostra a desconexão que existe aqui dentro em relação ao que é melhor para a maioria do povo brasileiro”, lamentou o deputado.

A MP 1303

A versão original da MP propunha a taxação de bilionários, bancos e bets como forma de aumentar a arrecadação. A ideia era taxar a receita bruta das bets com alíquota entre 12% e 18%, além da taxação de aplicações financeiras, bem como juros sobre capital próprio.

A previsão inicial era arrecadar cerca de R$ 10,5 bilhões em 2025 e R$ 21 bilhões, em 2026. Com as negociações, a projeção caiu para R$ 17 bilhões.

Os recursos irão para o Orçamento como forma de cumprimento da meta de superávit. A proposta de Orçamento de 2026 tem meta de superávit de R$ 34,3 bilhões.

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O líder do PT na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias, afirmou que houve quebra do acordo com a retirada da MP da pauta de votação.

“Consideramos o que está acontecendo aqui hoje um ato de sabotagem contra o Brasil. Da parte do relator, houve toda a paciência para discutir um acordo de mérito, mas o que ficou claro para a gente é que aqui ficou claro a vontade de impor uma derrota política para o Brasil, não para o presidente Lula”, afirmou Lindbergh durante coletiva no final da tarde no Salão Verde da Câmara.

Segundo o líder do PT, o movimento teria sido encabeçado pelos presidentes do PP, Ciro Nogueira, do União Brasil, Antonio Rueda, e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que querem antecipar o debate eleitoral do próximo ano.

A líder da federação Rede-PSOL na Câmara, Talíria Petrone (PSOL-RJ), também acusou os políticos de tentarem derrubar a medida provisória para antecipar o debate eleitoral para presidente.

“Ao pensarem que atacam o governo do presidente Lula, eles atacam o conjunto do povo brasileiro. A gente viu a população nas ruas exigindo um Congresso que se voltasse para o povo e vimos nas últimas semanas pautas contra o povo brasileiro, como a PEC [Proposta de Emenda à Constituição] da Blindagem”, ponderou.

“Na origem dela era para substituir o aumento de IOF, que foi derrubado nessa Casa no Congresso Nacional, e que o governo recorreu e por decisão monocrática de um ministro do Supremo Tribunal Federal foi restabelecido”, disse o deputado, ao afirmar que o imposto arrecada R$ 30 bilhões por ano.

Com a não aprovação da MP, o governo deve fazer um novo bloqueio nas despesas de 2025, incluindo emendas parlamentares. A perda na arrecadação estimada é de R$ 35 bilhões em 2026. (com informações da Agência Brasil)

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