ELEIÇÕES 2026

Riedel já encaminhando reeleição avisa que secretários candidatos devem sair até dezembro à criar espaço para ‘novo grupo de Riedel’

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O governador Eduardo Riedel (PP), com futuro pretenso de reeleição, a continuar no cargo por mais 4 anos, a partir de 2027, em tese, já está em campanha ou articulação as eleições daqui um ano, outubro de 2026. Primeiro buscou novo partido, onde a um mês trocou o seu primeiro partido, PSDB, que vem se desfazendo, pelo atual forte PP, com estrutura e comando da senadora Tereza Cristina. Agora, nesta quinta-feira (25), anunciou que determinou a seus secretários candidatos, a sair de cargos até dezembro.

Riedel, tanto para saber quem é candidato, já quer antes do fim deste ano, criar espaço para o “novo grupo de Riedel”, que tem os Progressistas, sua nova sigla, bem como a disputar partidos aliados do PP (Partido Progressista), que não estão na atual gestão, vinda dos Tucanos e com grande influência do ex-governador Reinaldo Azambuja, que também saiu do ninho e foi para o PL, filiado no último domingo (21). Ou aliados já no próprio governo, mas que podem debandar, sair ou querer mais espaço.

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Assim, os secretários que devem disputar as eleições no próximo ano, já tem os próximos e últimos três meses de 2025, para deixarem cargos de qualquer escalão. Mas, a principal ‘meta’ com as saídas, é evitar problemas com deputados e aliados, e também abrirá espaço para o novo grupo político do governador, agora do PP, que compõe também uma Federação, a ‘União Progressista’, com o partido União Brasil.

Riedel já conversou com lideranças da ‘União Progressista’ para falar sobre uma participação efetiva do grupo no governo, o que deve acontecer a partir da saída dos secretários/candidatos.

Candidatos

O governo Riedel já tem ou teria alguns pré-candidatos anunciados ou de pretensões, entre até principais secretários.

O chefe da Casa Civil, Eduardo Rocha (MDB), é interessado em retornar à Assembleia Legislativa. Ele também deve ser responsável por esta antecipação da saída, que poderia acontecer até abril. Contudo, ele é esposo da ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB), possível candidata ao Senado em MS, e, mais que isso, apoiando Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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Com isto, no entendimento do grupo, essa proximidade pode trazer problemas à chapa, que defende em nível Nacional, uma candidatura de oposição ao Governo Lula. A Federação até já anunciou saída do governo Federal e uma ‘certeza’ de candidato contra Lula.

A lista de possíveis candidatos ainda tem Jaime Verruck (Secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), na briga por uma vaga de deputado federal.

O Marcelo Miranda (Secretário de Estado de Turismo, Esporte, Cultura e Cidadania), que deve tentar novamente uma vaga na Assembleia.

O secretário de Educação, Hélio Daher, tem sido apontado candidato, onde chegou a conversar com lideranças partidárias sobre composição de chapas. Mas, ele tem declarado a pessoas próximas que não pretende concorrer ano que vem.

O secretário de Fazenda, Flavio Cesar, não fala, mas como ex membro da Câmara de Campo Grande e da Assembleia, é nome de partido a ser lançado candidato.

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