ELEIÇÕES 2026

Cúpula nacional do PSD vem a MS para ter o vice-governador e segunda vaga ao Senado em grupo que não foi colocado por Azambuja e Riedel

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A cada dia aumenta a busca para composições, aliança ou mesmo ‘separação’ para busca de caminho próprio, com vistas às eleições 2026. À princípio o norte ou divisões tem sido dado pelo ex-governador Reinaldo Azambuja, ainda no PSDB, mas já praticamente filiado ao PL, e também pelo governador Eduardo Riedel, já ex-tucano, agora no PP, que fazem ou acabaram com uma engrenagem complexa de muitos partidos e interesses.

Assim, a questão faz até a direção Nacional do PSD vir a Mato Grosso do Sul a se posicionar e pleitear posição ante ter o atual vice-governador e um Senador, Nelsinho Trad, que busca ter a segunda vaga do Senado, já que Azambuja se colocou e é candidato líder do grupo. A sigla fará uma reunião com lideranças do MS à definir futuro à eleição 2026, quando deseja manter o vice-governador e uma vaga no Senado.

O PSD, apesar da citada atual posição, não está na ‘engrenagem’, mas quer entrar na lista de preferência de Riedel (PP) e Azambuja (PSDB-PL) na eleição do próximo ano. O presidente nacional Gilberto Kassab, veio a Campo Grande para convidar, mas não conseguiu filiar Riedel. Agora, o grupo no Estado, anuncia que se reunirá na próxima segunda-feira (8) para definir o futuro.

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“O partido tem como prioridade a permanência de Barbosinha como vice-governador e de Nelsinho Trad como o senador do grupo de Reinaldo e Riedel. Embora não tenha entrado na lista de partidos diretos que estavam ou foram alçados ao podium da composição dos governadores”, apontou o deputado Pedrossian Neto, único do partido na Assembleia.

Tem o que oferecer

O grupo Azambuja-Riedel tem PP, PL, MDB, combalido PSDB, Republicanos e outros, que conforme visa Azambuja, deve ter no máximo três chapas aos cargos deputados com Senador. Assim o PSD vai a mesa, não só querendo as vagas de vice e senador, até como natural de continuarem, mas a princípio preteridos.

Contudo, o PSD tem tempo e dinheiro de fundo partidário que interessam a qualquer composição, e a Riedel e Azambuja, que vão a disputar nos cargos majoritários de reeleição ao Governo e ao Senado Federal.

Hoje, o PSD tem como principal concorrente o novo partido de Riedel, o Progressistas, da senadora Tereza Cristina, que gostaria de mais um ‘senador PP’. E a sigla tem o deputado Gerson Claro e Marcelo Migliolli, como interessados no Senado.

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O deputado do PSD, Pedrossian Neto, fala e defende até o PSD liderando uma terceira chapas, de formação para deputado, que poderia inclusive receber parte dos candidatos do grupo que não serão encaixados no PP e PL, aos quais foram Riedel e Azambuja.

A reunião de Kassab e outros da Nacional, em MS, contará com a participação de Nelsinho, Pedrossian, Barbosinha e do secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento, Jaime Verruk, cotado para concorrer a deputado federal.

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