situação precária

Escola municipal ‘caindo aos pedaços’ é alvo de inquérito do MP em Ivinhema

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Vistoria indica que o prédio inteiro da unidade deve passar por reforma geral

A 2ª Promotoria de Justiça de Ivinhema instaurou um inquérito civil para investigar por que as condições estruturais da escola municipal na Gleba Ubiratã, aos arredores da cidade de Ivinhema, encontram-se em situação precária.

Texto publicado na tarde desta segunda-feira (6), pela assessoria de imprensa do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) indica que o anúncio tem lastro em relatório de vistoria, que apontou problemas estruturais severos na unidade escolar, como comprometimento de paredes, telhado e pisos, além da necessidade de reforma geral do prédio.

Diz o comunicado que a vistoria foi realizada pelo promotor de Justiça, Allan Thiago Barbosa Arakaki, que também verificou aspectos relacionados à acessibilidade, à segurança, à higiene e ao funcionamento da escola.
Embora a unidade conte com rampas, corrimãos, portas alargadas e banheiros adaptados, foi reconhecida a necessidade de melhorias para garantir plena funcionalidade.

A iluminação e a ventilação foram consideradas adequadas, com salas equipadas com ventiladores e ar-condicionado em bom estado de conservação. No quesito segurança, a escola possui brigada de incêndio, extintores com recarga em dia e documentação regular junto ao Corpo de Bombeiros. O entorno da unidade também foi considerado seguro.

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Já os banheiros, embora higienizados constantemente, apresentam necessidade de reforma.

Diante isso, sustenta a nota, entre as providências determinadas, o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) notificou o Município de Ivinhema, que tem 15 dias para apresentar esclarecimentos, documentos e, se desejar, manifestar interesse na assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), com objetivo de formalizar um compromisso para a resolução dos problemas apontados, com prazos e ações definidas.

O órgão também notificou a Secretaria de Estado de Educação, para que tome ciência do caso e envie manifestação no prazo de 20 dias. O MPMS reforçou a importância da colaboração do Estado, já que uma escola estadual funciona como extensão no mesmo prédio da unidade municipal investigada.

Outras medidas foram adotadas para complementar a apuração. A escola deve apresentar, em até 10 dias, o alvará da vigilância sanitária, e o Corpo de Bombeiros de Ivinhema foi acionado para realizar vistoria no local.

A medida faz parte de um acompanhamento mais amplo sobre a estrutura física de escolas municipais e estaduais da comarca de Ivinhema.

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JORNAL MIDIAMAX

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