Futuro dos trabalhadores do BRB é discutido entre senadora do DF e presidente do Banco Central

Servidores do BRB (Foto: Ed Alves - CB DA Press)

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A crise financeira do Banco de Brasília (BRB) passou a ter um forte impacto social e colocou no centro das discussões o futuro dos servidores, funcionários terceirizados e milhares de famílias que dependem da instituição. 

Na última quarta-feira (13), a senadora Leila Barros levou ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, a preocupação com os trabalhadores do banco diante das dificuldades financeiras agravadas após perdas em operações envolvendo o Banco Master. 

Durante a reunião, foi defendido que qualquer plano de recuperação do BRB priorize a manutenção dos empregos e a continuidade das operações da instituição, considerada estratégica para o Distrito Federal por atuar no pagamento de servidores, crédito imobiliário e apoio a pequenos negócios. 

A preocupação também chegou às ruas. Cerca de 200 bancários participaram de um protesto em frente ao Palácio do Buriti, cobrando transparência do Governo do Distrito Federal sobre as medidas de socorro financeiro ao banco e responsabilização por prejuízos bilionários. 

O Banco Central acompanha a situação e deve repassar informações técnicas à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, que monitora o caso. O BRB tem até o fim de maio para reforçar seu capital e cumprir exigências do órgão regulador. 

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Enquanto o GDF busca alternativas financeiras para evitar o agravamento da crise, cresce a pressão política e sindical para que os trabalhadores não sejam os principais afetados pela instabilidade do banco. 

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