"laranjas"

Pix de R$ 480 mil a laranja e R$ 10 milhões em espécie: PF detalha ciclo da propina em fraudes de licitação

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A Polícia Federal apurou que a propina obtida pelo esquema de fraudes em licitações na educação, alvo da operação Coffee Break nesta quarta-feira (12), passava por um ciclo de lavagem de dinheiro que incluía a conversão de transferências bancárias em até R$ 10 milhões em espécie, PIX de R$ 485 mil para um “laranja” e pagamento de boletos.

Segundo as investigações, André Gonçalves Mariano, proprietário Life Tecnologia Educacional, era parte ativa na ocultação dos valores. A empresa é investigada por gerar lucro ilícito por meio de licitações superfaturadas, enquanto ele coordenava o pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos e intermediadores políticos (entenda o esquema abaixo).

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