O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) passou por importantes mudanças em sua composição ao longo de 2025, com a posse de quatro novos desembargadores. As nomeações ocorreram em razão de aposentadorias compulsórias e voluntárias de magistrados que atingiram a idade limite para permanência no serviço público.
Tomaram posse neste ano os desembargadores Deosdete Cruz Junior, Jones Gattass Dias, Juanita Cruz da Silva Clait Duarte e Ricardo Gomes de Almeida, que assumiram, respectivamente, as vagas deixadas por Guimar Teodoro Borges, Rondon Bassil Dower Filho, Maria Aparecida Ribeiro e Luiz Ferreira da Silva.
Além dessas mudanças, outras duas vagas foram abertas em 2025 com as aposentadorias dos desembargadores Sebastião de Moraes Filho e Sebastião Barbosa de Farias. No entanto, os novos nomes que ocuparão esses cargos só devem ser empossados no início de 2026, após o encerramento do recesso forense.
A primeira posse do ano ocorreu em 7 de março, quando Deosdete Cruz Junior assumiu a vaga destinada ao Quinto Constitucional do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). A cadeira ficou aberta após a aposentadoria compulsória do desembargador Guimar Teodoro Borges, que completou 75 anos em fevereiro.
Na disputa pela vaga, também concorreram os promotores Marcelo Caetano Vacchiano, Milton Pereira Merquiades e Marcelo Lucindo Araujo. Após a votação no Tribunal de Justiça, a lista tríplice foi formada por Deosdete Cruz Junior, que obteve 32 votos; Marcelo Caetano Vacchiano, com 30 votos; e Milton Pereira Merquiades, com 21 votos. A escolha final coube ao governador Mauro Mendes (União), que nomeou Deosdete.
Já no dia 25 de março, foi a vez de Jones Gattass Dias tomar posse como desembargador. Ele foi eleito para a vaga exclusiva da magistratura, aberta com a aposentadoria de Rondon Bassil Dower Filho, também em razão do limite etário. Rondon faleceu em agosto, após permanecer internado por cerca de 20 dias em decorrência de um acidente de motocicleta ocorrido no município de General Carneiro.
As mudanças refletem o processo natural de renovação da Corte e indicam que novas alterações na composição do TJMT ainda estão por vir em 2026.























