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Venda de sentença: investigados tinham “conta-corrente da propina”

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Em vez de dinheiro vivo, a propina era convertida diretamente em pagamentos de boletos, reformas e até a mobília de um apartamento

O grupo investigado pela Polícia Federal (PF) por vender sentenças judiciais no Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) contava com mecanismo sofisticado para ocultar pagamentos ilegais, uma espécie de “conta-corrente” usada para bancar despesas pessoais de luxo.

Em vez de dinheiro vivo, a propina era convertida diretamente em pagamentos de boletos, reformas e até a mobília de um apartamento em São Paulo.

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