Gaeco volta ao município de Bonito onde a um mês teve secretário preso por fraude em licitação

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O tempo foi de exatos um mês, para volta ao município de Bonito do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), via mais investigação do Gecoc (Grupo Especial de Combate à Corrupção), deflagrada em nova operação na manhã desta sexta-feira (7). Veja abaixo, em links de matérias, a situação de então caso de ação investigatória policial do MP, ocorrida no mês passado.

A segunda ação na prefeitura administrada por Josmail Rodrigues (PL) vem ante apurações de caso de corrupção que teve secretário municipal preso, em 07 de outubro, suspeito de irregularidades criminais em sua gestão a quatro anos, então primeiro mandato do reeleito gestor a 11 meses no novo segundo mandato.

Um morador encaminhou à reportagem imagem de abordagem do Gaeco e Polícia Militar no Município. Ainda não há informações se a ação de hoje é nova ou segunda parte da “Operação Águas Turvas”, que prendeu quatro e cumpriu 15 mandados de busca e apreensão, nos Municípios de Campo Grande, Bonito, Terenos e Curitiba (PR).

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Águas Turvas

No dia 7 de outubro, o Gecoc realizou operação contra uma organização criminosa que fraudava licitações, praticando corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, dentre outros delitos correlatos.

“A investigação constatou a existência de uma organização criminosa que atua fraudando, sistematicamente, licitações de obras e serviços de engenharia no Município de Bonito, desde 2021”, dizia nota do MPE.

Segundo a investigação, são inúmeras licitações fraudadas mediante simulação de concorrência e previsão de exigências específicas estipuladas para direcionar o objeto do certame às empresas pertencentes ao grupo criminoso.

Os agentes públicos, em conluio com os empresários, forneciam informações privilegiadas e organizavam a fraude procedimental, com vistas ao sucesso do grupo criminoso, mediante recebimento de vantagens indevidas.  Os contratos apurados até o momento atingem o valor de R$ 4.397.966,86.

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Nome de então operação

Segundo o MPE, “Águas Turvas”, termo que dá nome à operação, faz alusão a algo que perdeu a transparência ou limpidez, e contrasta com a imagem do Município de Bonito, reconhecido por suas belezas naturais e águas cristalinas, que, contudo, vêm sendo maculada pela atuação ilícita dos investigados.

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