realidade ‘escondida’

Ranking de Competitividade dos Estados mostra que ‘MS prospero’ de Riedel tem apenas o 3º lugar com menor pobreza do Brasil

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O Pauta Diária vem noticiando situações sócio-política e econômica de Mato Grosso do Sul que são dúbias ou mostram a realidade ‘escondida’, como “Governo Riedel propala um ‘MS próspero’ que tem 42% dos domicílios sem acesso à rede de esgoto”. Bem como declarações forte de que a “Direita não podem estar no Projeto Riedel ineficiente, incompetente e com déficit orçamentário, diz deputado do PL prestes a ser comandado por Azambuja e Riedel”.

Nesta sexta-feira (29), revelamos que o ‘MS prospero’, tem somente o 3º lugar com menor pobreza, que foi confirmado pelo Ranking de Competitividade dos Estados. Pelo levantamento, apenas três estados têm menos de 2% da população abaixo da linha de pobreza definida pelo governo federal, de R$ 218 mensais: Santa Catarina (1,65%), Rio Grande do Sul (1,74) e Mato Grosso do Sul (1,79%).

O governador Eduardo Riedel, até sempre ressalta que rico em oportunidades para melhorar a vida das pessoas, MS tem se destacado como um dos mais competitivos do País. Contudo, para quem é ‘rico’ e com ‘oportunidades, o CLP (Centro de Liderança Pública), o Ranking de Competitividade, mostra que o estado tem o 3º menor percentual de domicílios com renda per capita de apenas R$ 218.

O governo aponta que é boa colocação, tendo por trás programas MS estruturantes de segurança alimentar, qualificação profissional, incentivo ao empreendedorismo e pagamento de bolsas de estudos. “Qualificação profissional é uma das principais vertentes da nossa estratégia contra a desigualdade”, afirma Riedel ante dados de 100 indicadores em 10 pilares estratégicos que avalia a qualidade da gestão pública e o ambiente de desenvolvimento nos Estados, divulgados na última quarta-feira (27), em Brasília.

Governo ressalta

O desempenho de Mato Grosso do Sul se deve, em parte, ao programa estruturante Mais Social, da Sead (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos), e à parceria com a Funtrab (Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul) para oferecer aos beneficiários cursos de qualificação gratuitos em diversas áreas com o objetivo de promover oportunidades e melhorar a vida da pessoas.

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Em Ponta Porã, Alex Divino da Cruz, que recebe o Mais Social, fez o curso Bolo de Pote, do MS Qualifica. Único homem em uma turma com 20 alunos, ele contou que o desejo é se tornar um empreendedor. “Eu decidi fazer esse curso para aprender a fazer bolo e quem sabe no futuro empreender e fazer doces e salgados também. O que eu puder aprender a fazer para ter uma renda, um futuro, estou disposto”, disse.

Com mais de 38 mil famílias, o programa Mais Social paga R$ 450 mês para garantir alimentação adequada e mobilidade social. O cartão do benefício pode ser usado para comprar comida, produtos de higiene e limpeza e gás de cozinha. É proibida a aquisição de bebidas alcóolicas ou de produtos à base de tabaco.

Outra iniciativa da Sead é a busca ativa de pessoas em situação de vulnerabilidade econômica, que já incluiu mais de 4 mil pessoas no Mais Social. A procura continua nos 79 municípios do Estado com o objetivo de fazer de Mato Grosso do Sul o 1º estado do País a erradicar a extrema pobreza.

O pouco que é muito

A indígena Ana Farias Jose, que mora com a filha e o marido na aldeia Água Funda, no Jardim Noroeste, em Campo Grande, até aponto que o ‘pouco é muito’, acreditando que não ficará sem comida na mesa. “Só quem mora no barraco é que sabe o quão difícil é ficar sem alimento”.

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“Esse cartão vem num momento bom porque a gente precisa bastante. Faz tempo que a gente está tentando pedir o cartão, só que não dava para ir lá longe para a gente ir pedir. Eu agradeço a todos que vieram, se disponibilizaram para vir ajudar a gente porque só quem mora no barraco é que sabe o quão difícil é ficar sem alimento. A gente na semana ficava preocupado em pedir dinheiro emprestado porque ficava sem”.

Capital Humano

O governo Riedel comemora, que em relação ao Ranking de Competitividade, Mato Grosso do Sul teve destaque positivo no pilar Capital Humano, com um salto de 15 posições entre os estados brasileiros, passando de 17º no ranking para a vice-liderança – atrás apenas de Santa Catarina.

O Capital Humano avalia o nível educacional da mão de obra, aspectos ligados à inserção no mercado de trabalho e os impactos sobre a produtividade da economia.

Dentro desse pilar, o Estado ficou ainda em 1º em menor número de pessoas desocupadas por longo prazo (2 anos ou mais). Já em relação à população economicamente ativa com Ensino Superior, o estado permaneceu na 6ª posição; e à qualificação dos trabalhadores, subiu duas posições, em 9º no ranking.

De acordo com os indicadores do CLP, MS ocupa o 2º em produtividade do trabalho, 5º em formalidade e 6º em qualificação dos trabalhadores. Houve ainda progressos relevantes em indicadores de mercado, como a redução da desocupação de longo prazo, com ganho de 11 posições, e da subocupação por insuficiência de horas, que avançou quatro colocações.

 

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