INCOERÊNCIA

UFMS curte vídeo de Flávio Bolsonaro, cujo o pai destruiu a universidade pública

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Na gravação, Riedel se refere a Flávio como ‘próximo presidente da república’

O perfil oficial da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), curtiu um vídeo em que estão o governador do estado Eduardo Riedel, o ex-governador e presidente do PL em MS, Reinaldo Azambuja e o pré-candidato a presidente da República, Flávio Bolsonaro, filho do inimigo da universidade pública, Jair Bolsonaro.

A UFMS atualmente é coordenada pela reitora Camila Ítavo, nomeada pelo Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

No referido vídeo, Riedel se refere a Flávio como “próximo presidente da república”.

De acordo com o governador de MS, a ocasião do encontro foi para entregar para Flávio uma espécie de “diretriz do agronegócio brasileiro”.

Vale lembrar que Riedel e Azambuja são proprietários de terras e criadores de gados no Estado.

Após receber o documento, Flávio disse que aquilo seria parte de um plano de “resgatar o Brasil” e encostou em Azambuja ao citar quem sente na ponta os problemas do agronegócio.

Um ponto curioso, é que Jair Bolsonaro foi um péssimo gestor para o agronegócio brasileiro.

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Além disso, durante a gestão de Jair Bolsonaro (2019-2022), as universidades federais brasileiras enfrentaram um cenário de asfixia financeira marcado por uma redução de 14,4% no orçamento total, com os investimentos em infraestrutura e laboratórios despencando cerca de 90% em comparação aos picos históricos da década anterior.

Dados do observatório Sou Ciência (Unifesp) e da Andifes revelam que o governo utilizou contingenciamentos sucessivos e cortes lineares — como o bloqueio de 30% das verbas discricionárias em 2019 e a retirada de R$ 1 bilhão em 2022 — sob a justificativa de cumprimento do Teto de Gastos.

Toda essa retração orçamentária, levou os recursos de custeio a patamares inferiores aos de 2013, comprometeu o pagamento de contas básicas e a manutenção de bolsas, gerando alertas de reitores sobre a iminência de um colapso operacional no ensino superior público.

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