Na proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro rejeitada pela PF na semana passada constava, sim, o nome de Alexandre de Moraes num dos anexos.
Vorcaro admite que o contrato de R$ 129 milhões com Viviane, mulher de Moraes, tinha como objetivo se aproximar do ministro. Mas, garante, nenhuma contrapartida foi dada. Nenhum ato de ofício existe que comprometa Moraes. Pode ser.
O que compromete, no entanto, é um contrato assumidamente feito com o objetivo de criar boa relação com uma autoridade. E, pior, com um valor exorbitante e injustificável.





















