Ele assumiu o mandato definitivamente após uma articulação que levou à renúncia ao mandato de Ademir Santana (PSDB). Ele foi o segundo a renunciar. O primeiro foi João César Matto Grosso, que assumiu a vaga de Pedro Caravina (PSDB) na Assembleia Legislativa e, atualmente, é adjunto do Detran.

Andrade cita o Decreto-Lei nº 201/67, que dispõe sobre a responsabilidade dos vereadores, entre elas, cassar o mandato de um parlamentar em três situações:

  • Utilizar-se do mandato para a prática de atos de corrupção ou de improbidade administrativa;
  • Fixar residência fora do Município;
  • Proceder de modo incompatível com a dignidade, da Câmara ou faltar com o decoro na sua conduta pública.
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Claudinho ficou preso por 23 dias. Ele vai entrar para a história como primeiro vereador a frequentar o legislativo com tornozeleira eletrônica. Será o primeiro, porque os políticos brasileiros e parte dos eleitores já estão querendo deixar no passado a conduta ilibada, a imagem ética e a moralidade.

O famoso ditado popular de que “não basta a mulher de César ser honesta, mas parecer honesta” vai ficar no passado em Mato Grosso do Sul, onde a acusação de corrupção é mérito e não algo que nos envergonha.

Postagem de empresário na rede social sobre o vereador de tornozeleira (Foto: Reprodução)