Operação Copia e Cola

PF cumpre mandados na casa de prefeito bolsonarista em operação contra desvios na saúde

O prefeito Rodrigo Manga (Republicanos), estevem em recente visita em Campo Grande MS foi recebido pela Prefeita Adriane Lopes e pelo presidente da Assembleia Gerson Claro (PP).

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A Polícia Federal cumpre 28 mandados de busca e apreensão na manhã desta quinta-feira (10) em cidades do estado de São Paulo e da Bahia. Entre os locais, as equipes estiveram na sede da Prefeitura Municipal de Sorocaba (SP), na Secretaria de Saúde da cidade, na casa e no gabinete do prefeito de Sorocaba, Rodrigo Manga (Republicanos), no Diretório Municipal do partido, que fica no Centro da cidade, e na casa do ex-secretário da saúde, Vinicius Rodrigues.

De acordo com a Polícia Federal, a Operação Copia e Cola tem o objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de desviar recursos públicos destinados à área da saúde.

Conforme apurado pela TV TEM, por volta das 6h desta quinta-feira, policiais federais estiveram no Paço Municipal de Sorocaba e na casa do prefeito Rodrigo Manga.

TV TEM questionou a Prefeitura de Sorocaba sobre o cumprimento da operação nos gabinetes municipais e na casa do prefeito, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

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Mais de 100 policiais federais cumprem mandados de busca e apreensão em:

  • Sorocaba (SP);
  • Araçoiaba da Serra (SP);
  • Votorantim (SP);
  • Itu (SP);
  • São Bernardo do Campo (SP);
  • São Paulo, Santo André (SP);
  • São Caetano do Sul (SP);
  • Santos (SP);
  • Socorro (SP);
  • Santa Cruz do Rio Pardo (SP);
  • Osasco (SP);
  • Vitória da Conquista (BA).

Investigação começou em 2022

 

Conforme a PF, a investigação teve início no ano de 2022, após suspeitas de fraudes na contratação de uma Organização Social (OS) para administrar, operacionalizar e executar ações e serviços de saúde em Sorocaba. A Polícia Federal também investiga a suspeita de lavagem de dinheiro, por meio de depósitos em dinheiro, pagamento de boletos e negociações imobiliárias.

Foi determinado também o sequestro de bens e valores totalizando R$ 20 milhões, e a proibição da Organização Social (OS) investigada de ser contratada pelo poder público.

Os investigados poderão responder pelos crimes de corrupção passiva, corrupção ativa, ocultação de capitais (lavagem de dinheiro), peculato, contratação direta ilegal e frustração de licitação.

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g1 Sorocaba e Jundiaí

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